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segunda-feira, 5 de março de 2012

DÍZIMOS E OFERTAS

DÍZIMOS E OFERTAS – LIÇÃO 9

OBJETIVOS
Analisar
a questão do dízimo e das ofertas dentro de uma perspectiva bíblica.Conscientizar-se de que a prática do dízimo e das ofertas é uma forma de adoração ao Senhor.Explicar os dízimos e as ofertas como fontes de bênçãos.

INRODUÇÃO
- Palavra Chave - Dízimo: Décima parte de tudo aquilo que é devolvido ao Senhor, quer em dinheiro, quer em produtos ou bens.

Um tema:
- tanto conhecido quanto polêmico, dízimo e as ofertas;
- Mal interpretado para alguns;
- Pouco praticado;

Distorções provenientes da Teologia da Prosperidade:
- Comprometem os ensinamentos apresentados pela Palavra de Deus, sobre as formas de ofertar e o dízimo.

I. DÍZIMOS E OFERTAS NA BÍBLIA
1. O Antigo Testamento.

Dízimo quer dizer “a décima parte”.
- O DÍZIMO, refere-se àquilo que é devolvido ao Senhor (tem quantidade e valor definidos), quer em dinheiro, quer em produtos ou bens (Pv 3.9).

A OFERTA, tem o sentido de contribuição voluntária (atitude e quantidade).

Deve ficar claro que:
- A Lei mosaica não criou as práticas do dízimo ou das ofertas;
- A ofertar já era uma prática observada nos dias de Abel (Gn 4.4);
- O dízimo já era praticado pelos patriarcas (Gn 14.20; 28.22);
- Apenas regulamentaram o dízimo e as ofertas (Nm 18. 20-23; Lv 27.30).
- Os dízimos deveriam ser entregues aos sacerdotes para a manutenção do culto e também para o sustento dos levitas, já que estes não tinham possessão em Israel (Nm 18.20-32).

2. O Novo Testamento. Ler e comentar com os alunos. - A natureza e os fundamentos do culto não mudaram, as ofertas e dízimos fazem parte do culto ao Senhor.
- O dízimo levítico - pertencia à ordem de Arão, que era transitória; 
- O dízimo cristão - pertence à ordem de Melquisedeque que é eterna e, portanto, anterior à Lei de Moisés (Hb 5.10; 7.1-10; Sl 110.4).
- Jesus reconheceu e recomendou a prática do dízimo (Mt 23.23); Mt 5.20 (justiça dos fariseus)
- Paulo usa o principio do dízimo, o obreiro é digno do seu salário (1 Co 9.9-14; Lv 6.16,26; Dt 18.1), reconhecendo assim a legitimidade da prática do dízimo.

II. A PRÁTICA DO DÍZIMO E DAS OFERTAS COMO FORMA DE ADORAÇÃO
A natureza do dízimo
- Santo ao Senhor, Lv 27.30;
- Primícias, Nm 18.12; Hb 7.4;
- É exclusivo para o sustento da obra de Deus (Ml 3.10). Logo, não podemos administrá-lo conforme a nossa vontade. 

1. Reconhecimento da soberania e da bondade de Deus.
- Um dos princípios básicos da prática do dízimo é o reconhecimento de que Deus é soberano sobre todas as coisas. Tudo vem dEle e é para Ele (Ag 2.8; Cl 1.17).

Aplicação:- O que declaramos quando devolvemos o dízimo?
- Deus é a fonte de todas as coisas;
- Que dependemos dEle;
- Que Ele é o Senhor da nossa vida financeira;
- Cremos que Ele é Provedor;
- Cremos na sua Palavra;
- Que não somos materialistas;
- Reconhecemos que tudo que temos e somos é pela sua misericórdia. 

2. Reconhecimento do valor do próximo.
- Dízimo repartido entre os pobres (Dt 14.28,29; 26.12-15), a cada três anos.

III. DÍZIMOS E OFERTAS COMO FONTES DE BÊNÇÃOSNão deve ser entregue com forma de barganha

1. A bênção da multiplicação. - Deus reconhece e recompensa a fidelidade do seu povo.
- Derramando bênçãos sem medida (Ml 3.10,11) e fazer abundar em toda graça (2 Co 9.6-10).
- O crente passa a ser prospero em tudo.
- Resultados de quem não devolve o dízimo?
- Não fluidez, nos negócios; na saúde; nos projetos; na vida espiritual e etc.

2. A bênção da restituição.
Ler e comentar com os alunos.

3. A bênção da provisão. - Na Antiga Aliança, o Senhor prometeu “derramar bênçãos sem medida” sobre o seu povo (Ml 3.10).
- Na Nova Aliança, Ele deseja que o crente tenha “toda suficiência” (2 Co 9.8).
- A prosperidade bíblica é viver na suficiência de Cristo (2 Co 3.5; 9.8). Tal suficiência é vista como sendo a provisão divina para os filhos de Deus.
- Deve ser lembrado, no entanto, que essa suficiência não deve ser confundida simplesmente com a aquisição de posses materiais, mas o ter o necessário para viver com dignidade e, principalmente, possuir paz com Deus e alegrar-se nEle (Fp 4.11; 2 Ts 3.16).
- Por toda a Escritura, observamos o cuidado do Senhor no sentido de prover para o seu povo aquilo que é necessário para o seu viver (Mt 6.25-33).

CONCLUSÃO
Ler e aplicar.
Referência.
Bíblia de Estudo SHEDD
Bíblía de Estudo - Batalha Espiritual e Vitória Financeira

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