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sábado, 15 de outubro de 2011

APRENDENDO COM AS PORTAS DE JERUSALÉM

APRENDENDO COM AS PORTAS DE JERUSALÉM

Objetivos
Conhecer o significado das portas do Gado e do Peixe.
Aprender a respeito das portas Velhas, do Vale, do Monturo, da Fonte e da Guarda.
Saber que as portas de Jerusalém trazem preciosas lições para nossa vida pessoal. 

INTRODUÇÃO




I. A PORTA DO GADO E A PORTA DO PEIXE
1. A Porta do Gado ou das Ovelhas (v.1)
2. A Porta do Peixe (Ne 3.3; 12.39).

Porta do Peixe. Heb. Sha‘ar Haddagîm. Uma porta que se situava aproximadamente a meio do muro a norte de Jerusalém (2Cr 33:14; Ne 3:3; Ne 12:39; Sf 1:10); próximo da esquina noroeste da actual Haram esh-Sherif.


II. A PORTA VELHA E A PORTA DO VALE
1. A Porta Velha (Ne 3.6; 12.39).
2. A Porta do Vale (Ne 3.13). 

III. A PORTA DO MONTURO, DA FONTE E DA GUARDA
1. A Porta do Monturo (Ne 2.13; 3.14). 

Porta do Monturo. Uma porta junto à muralha sul de Jerusalém. Foi-lhe dado este nome porque os resíduos da cidade eram transportados por ali para serem queimados no Vale de Hinom (Ne 2:13; Ne 3:13; Ne 12:31).


2. A Porta da Fonte (Ne 3.15).

Porta da Fonte. Heb. Sha‘ar Ha‘ayin. Uma das portas da antiga Jerusalém (Ne 2:14; Ne 3:15; Ne 12:37). Uma vez que se situava perto do tanque de Siloé (Ne 3:15; cf. Jo 9:7, 8), devia localizar-se na zona mais a sul da cidade de David. Tratava-se provavelmente da porta a sudeste da cidade que conduzia a Enrogel, o poço ou nascente na confluência dos Vales de Quidrom e Hinom. Alguns comentaristas identificam-na com “a porta entre os dois muros” (2Rs 25:4; Jr 39:4; Jr 52:7).



3. Porta de Mifcade ou Porta da Guarda (Ne 3.31). 

Porta de Mifcade. Heb. Miphqad, “alistamento”, ou “soma”. Uma porta da Jerusalém de Neemias (Ne 3:31). Em Ez 43:21, o termo Miphqad é traduzido por “lugar da casa para isso ordenado”, referindo-se a uma zona do templo. Os comentaristas sugeriram que a Porta de Mifcade obteve este nome por conduzir à área do templo a que Ezequiel se refere. O contexto de Ne 3:31 indica que se situava na zona norte da muralha este do templo. Situar-se-ia próximo da actual Porta Dourada de Haram esh-Sherîf.


CONCLUSÃO

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CONHEÇA MELHOR ESDRAS E NEEMIAS

Considerando que estamos estudando neste trimestre o livro de Neemias, exporei informações úteis para a ministração das aulas e maior conhecimento do livro por parte do nobre professor.

Desconsiderando o Esboço dos livro e já partindo para Autoria, uma vez que o Esboço é encontrado nas Bíblias de Estudo, veremos pois a Autoria e outros temas.

AUTORIA
A. Título.
1. Os livros de Esdras e Neemias eram considerados um só livro nos tempos antigos, conforme registro do Talmud, de Josefo e de Jerônimo. Este fato facilitou o número de livros canônicos para o número de letras do alfabeto hebraico.
2. A Septuaginta também considerava um livro único, isto é, "Esdras B", que seguia o livro apócrifo "Esdras A", o qual produzia 2 Crônicas 35 e 36, Esdras e Neemias 7.38-8.12 como um resumo do período.
3. A Vulgata Latina dividiu-os em dois livros, Esdras (no lugar de Esdras A) e Neemias (no lugar de Esdras B).
4. A Bíblia evangélica e hebraica moderna dividem-nos em dois, denominando-os Esdras e Neemias em homenagem às suas figuras humanas principais.

B. Autor e Compilador
1. Esdras, o sacerdote, é geralmente considerado o autor ou compilador dos quatro livros históricos desse período: 1 e 2 Crônicas, Esdras e Neemias. Quanto a Neemias, é provável que Esdras usasse as memórias de Neemias, porquanto ele fala na primeira pessoa de vez em quando.
2. Supondo que Esdras seja o autor-compilador, o seguinte material foi usado:
a. As memorias de Esdras (evidência baseada no fato de serem usadas a primeira e a terceira pessoas).
b. As memórias de Neemias (pelo fato de ser usada a primeira pessoas).
c. Foram também utilizados outros documentos e catálogos oficiais, que é evidente nas seções Esdras 4.7-6.18 e 7.12-26, escritas em aramaico, a língua oficial na época para a correspondência internacional.
3. Esdras era filho de Seraías, o sumo sacerdote assassinado por Nabucodonosor em 586 a.C (Ed 7.1; 2Rs 25.18-22), e irmão de Jeozadaque,  o sumo sacerdote levado cativo (1 Cr 6.15). Sua importância como professor da Lei que concluiu o Antigo Testamento é com frequência comparada com a de Moisés, o legislador, que começou a escrever o A.T. Ambos eram levitas. Moisés escreveu os primeiros cinco livros; Esdras escreveu ou compilou os quatro últimos.
4. As obrigações de Esdras com os hebreus que voltaram do exílio incluíam diversas tarefas grandiosas:
a. Restituir o devido culto no templo reconstruído em 475 a.C;
b. Escrever ou compilar 1 e 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Salmo 119;
c. Presidir a "Grande Sinagoga" que presumivelmente determinou e organizou o cânon hebraico das Escrituras.
d. Instituir sinagogas locais em Judá para o estudo da Torá, semelhantes àquelas fundadas na Babilônia (as quais se tornaram um lugar de reunião regular de judeus dispersos, conforme Ez 20).

CENÁRIO HISTÓRICO
A. Data: c.430 - 425 a.C
Como os ministérios de Esdras e Neemias tiveram lugar durante o reinado de Artaxerxes I (465-424 a.C), é provável que os livros tivessem sido completados perto do fim do período, depois de Malaquias, último profeta, ter pronunciado a sentença do Senhor e feito o devido registro.

B. Período de tempo envolvido em Esdras e em Neemias: 538-430 a.C.
Essa história cobre um período de mais de cem anos, desde a volta de Zorobabel, construtor do templo (537), até o último de Neemias, construtor dos muros (depois de 432). Na realidade, foram quatro turmas que voltaram do cativeiro: a de Zorobabel em 537, a de Esdras em 457, a de Neemias em 444 e a outra de Neemias em 432.

CENÁRIO POLÍTICO
1. Estes livros introduzem um novo período da história de Israel tanto no âmbito nacional quanto no internacional. No âmbito nacional, foi o princípio da era pós-exilio com a volta de Israel à sua terra. Os 70 anos de exílio tinham terminado. No âmbito internacional, foi o principio da era do Império Persa com sei grande numero de nocas manobras políticas, que afetaram Israel e o mundo.
2. Para Israel, o efeito mais importante dessa política era a nova prática persa da volta do exílio. Em vez de deportar e transportar o povo cativo, como faziam a Assíria e a Babilônia, mandaram-nos de volta para o solo nativo a fim de ajudarem a promover relações pacíficas com o império. Não somente libertavam-nos, como também com frequência subsidiavam a volta para ajudá-los a se fixar e restituir o sistema religioso no território natal.
3. Ao examinar a política da época, não se deve esquecer que diversos judeus tinham alcançado altos postos no governo persa e, com certeza, exerciam grande influência na corte. Daniel, Ester e Mardoqueu ocuparam lugares de suprema importância política durante os períodos babilônicos e persa.

CENÁRIO RELIGIOSO
1. Internacionalmente,  

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