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domingo, 29 de maio de 2011

A PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL

A PUREZA DO MOVIMENTO PENTECOSTAL - PLANO DE AULA



Objetivos
Conhecer a origem do pentecoste cristão
Descrever a trajetória histórica do pentecostalismo
Saber distinguir o verdadeiro do falso pentecostalismo.

INTRODUÇÃO
- O Movimento Pentecostal apesar de bíblico sempre sofreu ataques (batismo e os dons foram apenas para aqueles dias) – refutação: At 2.39.
- Ataques em virtude de: 1) Falta de conhecimento Bíblico ou má interpretação da doutrina do Espírito Santo 2) Ignorância (desconhecimento)  da origem do avivamento.
- Veremos a origem e a atualidade do Pentecostalismo;
- Apesar de 100 anos de história na (continente Americano), já é experimentado há quase 20 séculos;
- Muitos movimentos – muitas confusões.

I.              A ORIGEM DO PENTECOSTES CRISTÃO
1.    O ponto de partida.
- No dia de Pentecostes, em Jerusalém;
- Cumprindo-se a promessa da vinda do Consolador – (Jo 14.16; Lc 24.49; At 2.1-4);
- Iniciou-se um novo tempo para o povo de Deus – (Jl 2.28-31)
2.    Como surgiu o termo pentecostalismo. – ler.
Pentecostalismo. Derivado do termo grego pentekosté que significa qüinquagésimo.
- Festas Judaicas: A Páscoa; O Pentecostes e Os Tabernáculos.   
- Pentecostes – Sete semanas – festa das primícias – festa da colheita
- Páscoa – Lv 23.16; Dt 16 – Cristo – Cordeiro pascal (Jo 19.36; 1 Co 5.7).
- O Pentecostes –50 dias - 7 semanas após a Páscoa –. (comemorava-se com as primícias da colheita).                  

3.    Do pentecostes judaico ao cristão.
Por que as igrejas que crêem na atualidade dos dons e no batismo com o Espírito Santo são chamadas Pentecostais?
Pentecostes judaico: Festa em comemoração a colheita - Dt 16. 9-12.  Ler 11. (sombra do pentecostes cristão). Jl 2.28-31; Lc 24.49; At 2.39.
Alegravam-se com as primícias dos frutos.
Pentecostes cristão: Em virtude do derramamento do Espírito Santo, recebeu um sentido espiritual (que representa o mover do Espírito de Deus): a) Ministério;
b) Operações; c) Atos e manifestações do Espírito santo na igreja e através da igreja. (At 19.1-20).  
Alegraram-se com as primícias do poder do Espírito Santo.  

II.            A TREJETÓRIA DO PENTECOSTALISMO
1.    A promessa da efusão do Espírito.
- Iniciou-se com o profeta Joel – Jl 2.28-32, destinada a todos – At 2.39.
- O movimento Pentecostal – Nada mais é do que a ação continua e renovadora do Espírito Santo na Igreja/crente.
- Efeitos: santificação, revestimento de poder, força para cumprir o Ide de Cristo (Mt 28.19,20; Mc 16.15-20).

2.    O Movimento Pentecostal tem o testemunho dos séculos.
- A maior testemunha desse movimento somos nós.
- A Igreja não cumpri o IDE de Jesus se não estiver revestida do poder do Espírito santo – At 1.8.

3.    O genuíno Pentecostalismo
- Não admite outra revelação além das Escrituras Sagradas;
- Prima pela ortodoxia bíblica e pela sã doutrina – Gl 1.6-9;
- Tem a Bíblia com regra de fé e prática;
- Reconhece que a Bíblia é:
- A Palavra de Deus;
- Inspirada;
- Inerrante e
- Completa.

III.           O VERDADEIRO PENTECOSTALISMO
Três ramificações no meio Protestante: tradicional, pentecostal e neopentecostal.
1.    Características das igrejas pentecostais.
Quais são as igrejas pentecostais? Assembléia de Deus; Congregação Cristã no Brasil; Igreja do Evangelho Quadrangular; O Brasil para Cristo; Deus é Amor.
Caracteristicas
a)    Aceitam a Palavra de Deus como única regra de fé e prática reconhecendo que ela é regra infalível para avaliação de movimentos espirituais (2 Tm 3.16);
b)   Mantém a pureza da sã doutrina, conforme a encontramos da Bíblia Sagrada (At 2.42; 1 Tm 4.16);
c)    Acredita na atualidade do batismo com o Espírito Santo e dos dons espirituais (At 2.39);
d)   Cumprem integralmente as demandas da Grande Comissão que nos deixou o Senhor Jesus (Mc 16.15-20);
e)    Tem compromisso com a santidade, defendem o aperfeiçoamento da vida cristã através da leitura Bíblica, da oração e do exercício da piedade da consolação do Espírito santo (Gl 5.22; 1 Ts 5.17-23; 1 Tm 4.8).

2.    Novos movimentos.
- Novos movimentos intitulados – Pentecostais (falsos).  
- São os Neo Pentecostais: Oriundos do pentecostalismo original ou mesmo das igrejas tradicionais, surgiram 60 anos após o movimento pentecostal.

Quais são: Igreja Universal do Reino de Deus; Igreja da Graça; Sara Nossa Terra e Renascer em Cristo.
Diferenças:
PENTECOSTAIS X NEOPENTECOSTAIS
- Dão bastante ênfase ao louvor e são mais flexíveis teologicamente;
- Não permanecendo estáticos na doutrina como são os pentecostais;
- Distingue-se também quanto aos usos e costumes.

Conseqüências:
DESVIOS DOUTRINÁRIOS
Práticas místicas e antibíblicas: sal grosso; rosa ungida; óleo e água “santificados”; culto aos anjos e etc.
 EXTRAVAGÂNCIA DOUTRINÁRIAGn  17.7, e.
- Teologia da prosperidade – base. Lc 11.9-10; Confissão positiva – base. Mc  11.23-24 - poder nas palavras;  Triunfalismo; oposto (Jo 16.33).  
- Quebra de maldição e etc.

CONCLUSÃO
Ler e finalizar.

Bibliografia.
Pequena Enciclopedia Biblica. Orlando Boyer. CPAD.
Bíblia de Estudo – SHEDD.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

KIT HOMOFÓBICO SUSPENSO


Religiosos pressionam e Dilma suspende "kit anti-homofobia" para escolas

Brasília, 25 mai (EFE).- A presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira a suspensão da elaboração do "kit anti-homofobia", um material sobre a homossexualidade e o combate à homofobia que seria distribuído em escolas públicas e havia gerado protestos de grupos religiosos.

A polêmica sobre esse material cresceu nos últimos dias, sobretudo depois que o Supremo Tribunal Federal decidiu que a união civil entre duas pessoas do mesmo sexo é equivalente à união heterossexual perante a lei. Grupos católicos e evangélicos criticaram a decisão judicial e alertaram sobre projetos que, segundo afirmaram, pretendiam "induzir" os adolescentes que estudam em escolas públicas à homossexualidade.

Na quinta-feira passada o ministro da Educação, Fernando Haddad teve reunião com parlamentares da bancada evangélica e disse que a pasta não fará mudanças no material que compõe os kits de combate a homofobia.

Porém, nessa quarta-feira o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo entendeu que "seria prudente não editar esse material". Carvalho explicou que Dilma tomou sua decisão após conversar sobre o assunto com parlamentares de diversas religiões que criticaram o projeto.

O material estava sendo elaborado por empresas contratadas pelo Ministério da Educação (MEC) e seria distribuído ao final de cursos sobre direitos humanos e minorias que devem ser ministrados para alunos do Ensino Médio de escolas públicas.

Segundo o MEC havia antecipado, o material que estava em preparação incluía vídeos que mostravam como o amor surgia entre dois meninos ou entre duas meninas, além de depoimentos de travestis e transexuais sobre suas vidas e relações amorosas.

Carvalho disse que, após conversar nesta quarta-feira com os parlamentares que se opõem ao projeto, Dilma decidiu ainda que "daqui para frente todo material que versar sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade".

Fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/dilma-suspende-elabora%C3%A7%C3%A3o-kit-anti-homofobia-escolas-175808443.html

terça-feira, 17 de maio de 2011

ABAIXO O PL 122


DIVULGUE, SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE A LEI, NINGUÉM PODE TER MAIS PRIVILÉGIOS DO QUE OUTROS.  

Não deixe de acessar e divulgar o link abaixo, não podemos concordar com este projeto de Lei.


"Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem "  Rm 1.32.


Alan Fabiano.

O GENUÍNO CULTO PENTECOSTAL

O GENUÍNO CULTO PENTECOSTAL – Lição 8
TEXTO ÁUREO
"A cerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes" (I Co 12.1)

INTRODUÇÃO
- Apresentar os elementos do culto pentecostal;
- Apontar os perigos e os prejuízos quando adotamos “modismos litúrgicos”;
- Conscientizar-nos que como Igreja de Cristo – devemos oferecer uma adoração sem mistura.
- Adorar e cultuar ao Senhor requer reverência, rendição e amor (Jo 4.23,24).

I.    ADORAÇÃO E CULTO
1.    O verdadeiro significado do culto.

- Culto. Tributação voluntária de louvores e honra ao Criador. Cultuar a Deus é adorá-Lo, exaltá-Lo, reverenciá-Lo.

- Infelizmente, muitos vão ao culto. Aqui houve um vício de linguagem, uma vez que não vamos ao culto; Vamos ao templo onde prestamos culto a Deus.

- Infelizmente há muitos que não reverenciam o templo como um lugar sagrado, não tem postura ao entrar (Ec 5.1), não discernindo o seu real objetivo que é o culto a Deus, entram no templo com intenções paralelas tais como: encontro social; saber quem vai ser excluído, observar a indumentária do irmão ou irmã; atualizar os assuntos seculares e etc.

“Com essas intenções é impossível prestar culto a Deus e muito menos sentir a Sua presença”.

- O culto não é: Momento de negociar com Deus; de determinar ou reivindicar seus direitos e decretar posses.

- O culto é: Momento de intimidade com o Sagrado; Momento de buscar experimentar e conhecer a Deus, aproveitando cada instante.

- O culto só é verdadeiro se haver reconhecimento incondicional com todo nosso ser ( corpo, alma e espírito) da pessoa de Deus, por tudo que Ele É, assim, o verdadeiro culto nos envolve em três esferas Rm 12.1: a) Corpo (como sacrifício vivo); b) Alma (me envolve emocionalmente e intelectualmente) e c) Espiritual (me envolve com o Sagrado – me faz sentir comunhão com Deus). O verdadeiro culto consiste em uma entrega a Deus sem reservas.  
 
2.    A essência do culto a Deus é a adoração.
Essência do culto. O que constitui a natureza/substância do culto, aquilo que não pode deixar de ter (indispensável) no culto.  

- Adoração. “Veneração” acentuando sentimento de temor e devoção.
Logo, o culto composto com seus elementos (louvor, oração), sem adoração e sentimento é apenas um ritual (Mt 15.8).

- Quando adoramos a Deus devemos: a) Nos submeter incondicionalmente à sua vontade (Mt 6.10); b) Humilharmos até ao Pó diante de sua presença (Gn 18.27).
Exemplos: A mulher pecadora (Mt 6.10); a viúva pobre (Mc 12.41-44).

- Adoração é um ato de rendição, gratidão e exaltação a Deus (Sl 95.6), devemos chegar diante dEle com temor e tremor.
    
3.    Adoração completa e incondicionada.
- Se a essência do culto é a adoração; Logo, não existe verdadeiro culto sem adoração.
- Exemplos de adoração que Deus não recebe.

No Antigo Testamento: Os judeus prestavam culto a Deus. Porém, não passava de meras ações ritualísticas, seguiam apenas a liturgia das cerimônias, mas seus corações estavam corrompidos pelo pecado, conseqüentemente, longe de Deus (Is 1.11; Mq 6.3-8).
No Novo Testamento: Os fariseus se julgavam exímios praticantes da lei, obedecendo à risca toda liturgia das festas, dos sacrifícios e ordenanças judaicas. Contudo, não eram adoradores, faziam tudo “mecanicamente” sendo comparados a sepulcros caiados (por fora muito bonito e perfeito; por dentro, cheios de ossos e imundícias) e chamados de hipócritas (Mt 15.8; 23.23-28).

- Adoração completa e incondicionada é quando:
Existe em espírito e em verdade – (Jo 4.23,24);
Inicia na alma e se exterioriza no meu modo de vida;
É voluntária;
Há quebrantamento de coração – (Sl 51.17);  
É racional – (Rm 12.1);
É sem mistura – (Lc 16.13).

A Igreja atual: Devemos ter muito cuidado para não sermos meros religiosos, freqüentadores dos. Para crescermos na graça e no conhecimento precisamos ser verdadeiros adoradores (Jo 4.23,24).  

II.    COMPOSIÇÃO DO CULTO PENTECOSTAL

1.    Liturgia do culto pentecostal.
O culto Pentecostal difere de outros (tradicional) no tocante a liturgia. O comentarista trouxe o significado de liturgia no grego. Serviço público. Contextualizando, ao culto cristão pode ser definido como um serviço que, em espírito e em verdade, prestamos a Deus (Sl 100.2).

O significado da palavra em outros dicionários:
Liturgia. A ordem e as cerimônias estabelecidas no ritual da Igreja.  

Liturgia nada mais é do que a ordem cronológica em que se desenvolvem cada etapa do culto. 
Não podemos fazer confusão com esta palavra, uma vez que ela existe para estabelecer um plano para as reuniões e não para impedir o mover do Espírito Santo.
Apesar de termos uma liturgia em nossos cultos – somos Pentecostais. Logo, a forma de execução dos elementos litúrgicos é livre, por exemplo: o louvor tem a sua hora certa de acontecer; mas não tem a determinação de como será executado – pode ser em conjunto, individual, com choro, sem choro, em pé, assentado e etc.. A oração da mesma forma, tem a hora de acontecer, mas, não é “engessada” – pode ser em voz alta ou baixa, assentados ou em pés, por qualquer pessoa, com as mãos levantadas ou não, em fim, a liturgia Pentecostal não limita a liberdade de culto individual ou coletivo, é apenas para estabelecer uma seqüencia dos acontecimentos, e não na maneira em que se realizam. É nessa liberdade que vimos mover do Espírito Santo no meio da Igreja.

A liturgia é necessária, quem tem plano – tem objetivo – quem tem objetivo – sabe aonde quer chegar. Se não tivéssemos liturgia nos cultos seria uma tremenda bagunça. (1 Co 14.40).

Para evitar confusão entre os irmãos (1 Co 14. 29-33) da Igreja em Corinto, Paulo esboça uma liturgia para o culto:
- Salmo. Um louvor;
- Doutrina. Explicação de uma verdade já revelada;
- Revelação. Dom que revela o conhecimento de Deus ou de fato oculto relacionado a pessoas (Palavra de sabedoria e Palavra do conhecimento);
Língua. Línguas estranhas;
- Interpretação. Dom que capacita o ser humano a decodificar as línguas estranhas.
Paulo estabelece um plano ou seqüência para as atividades comuns do culto, de forma que as mesmas fossem proveitosas para promover a edificação dos membros da Igreja (1 Co 12.26).

O culto deve ser racional (Rm 12.1). Quando o culto é prestado de forma consciente, trás edificação e crescimento espiritual, nos tornando mais firmes na Palavra e na Fé em Cristo Jesus (1 Co 14.14, 15). O culto racional ilumina a mente.  


2.    Elementos do genuíno culto pentecostal
Paulo elenca alguns elementos indispensáveis em um culto cristão:
a)    Leitura da Palavra. No Antigo Testamento a leitura e o ensino da Palavra eram comuns (Js 8.34; 2 Rs 22.8; Jr 36.10; Ne 8.1-12), e a ela era dado a devida reverência tanto quando era lida e quando estava sendo produzida pelos escribas. A presença da Palavra de Deus no culto é indispensável em virtude do seu infinito efeito transformador e consolador.
Na Igreja Primitiva eram usados os manuscritos do Antigo Testamento – Lei, Salmos e Profetas, (Lc 24.44; At 1.20; 17.11), uma vez que os primeiros livros do Novo Testamento foram escritos aproximadamente entre 58 – 70 d.C. Portanto, a explanação da Palavra de Deus no ato de culto é necessária pois a mesma comunica vida espiritual aos ouvintes (Jo 6.63), instrui, consola e exorta os mesmos. Logo, um culto sem a leitura e pregação da Palavra é incompleto. Infelizmente temos visto isso acontecer em nossos cultos, dar-se muitas oportunidades para louvor e esquecem-se da ministração da Palavra.

b)    Cânticos na adoração. Uma das formas mais expressivas da adoração são através de hinos e cânticos (Ef 5.19). Quando expressos a partir do coração, nos leva a um sentimento de intima comunhão com Deus.
- Os hinos estavam presentes nos cultos da Igreja Primitiva (Cl 3.16) e nas reuniões do Senhor Jesus com os apóstolos (Mt 26.30).
- Os hinos nos prepara para recebermos a Palavra de Deus;
- Os hinos e cânticos quando entoados a partir de um coração sincero manifesta o poder de Deus (At 16.25).
- Os hinos e os cânticos tem seu exclusivo objetivo de exaltar o Senhor nosso Deus e devem estar em concordância com as Sagradas Escrituras.   
- Será que você já ouviu um hino meio “controverso” com as escrituras?.


c)  As orações e as ofertas. 
Com as orações nos comunicamos com Deus, intercedemos por outras pessoas, através da oração conquistamos os bens espirituais, é através da oração fervorosa que somos renovados espiritualmente, vencemos as batalhas espirituais, é através da oração que transpomos as adversidades da vida. A oração é elemento indispensável tanto quando a pregação da Palavra, pois, através da oração falamos com Deus; através da Palavra falamos de Deus. 
As ofertas (materiais) são elementos necessários, contudo, dispensáveis, haja vista que não temos uma oferta para entregar todos os cultos que frequentamos, mas, as ofertas e os dízimos tem o seu papel no mundo sobrenatural, quando ofertamos e dizimamos honramos a Deus com as nossas finanças e declaramos para o inimigo que o Senhor Deus é o Senhor da nossa vida financeira, com isso envergonhamos a Satanás e eliminamos de nossas vidas o espírito do materialismo e do egoísmo.   

III MODISMOS LITÚRGICOS
Para este ponto os vídeos dispensam comentários, contudo, destacarei duas palavras chaves: 
FORMA  e CONTEÚDO.
Para muitos atualmente não importa a FORMA como o evangelho é pregado e sim o CONTEÚDO, é o mesmo que falar "os meios justificam os fins". Devemos ter cuidado, até mesmo dentro da Igreja, sejamos prudentes (Mt 10.16) não vamos nos alegrando ou tomando decisão precipitada com todas as "estripulias" ou "profecias" que vimos e ouvimos, pois já fazemos parte dos acontecimentos escatológicos, estamos presenciando o que está escrito. 

"Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores, conforme as suas próprias concupiscências". 2 Tm 4.5; 

"E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá, também, falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição;
E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade;
E, por avareza, farão de vós negócio, com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo"
. 2 Pe 2.4.










Teste seu aprendizado aqui.

CONCLUSÃO
Meus irmão aprendemos muito com esta aula, verifica-se nesse estudo que o Evangelho de Cristo vem sendo distorcido a cada dia, sem paixão religiosa, verifique você também se o Evangelho pregado na sua Igreja está em conformidade com a Palavra de Deus, estamos no tempo do fim, sejamos pois vigilantes, o Evangelho de Cristo é simples, objetivo e direto, não necessita de estripulias, gritarias e etc.., o mover do Espírito não trás confusão e nem constringimento a ninguém. 

Deus abençoe você e sua casa. 

Bibliografia
Bíblia de Estudo - SHEDD; 
Bíblia de Estudo - Pentecostal;
Dicionário - VINE, Ed. CPAD;
Dicionário - Soares Amora - Ed. Saraiva.  

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DONS QUE MANIFESTAM A SABEDORIA DE DEUS

SUBSÍDIO PARA LIÇÃO - 6

1. CARACTERÍSTICAS DO DOM DA PALAVRA DE SABEDORIA
- Não é habilidade intelectual ou acúmulo de conhecimento através de estudos e pesquisas;
- Vai além do bom senso e do melhor da sabedoria humana;
- É simples;
- É espiritual;
- É justa;
- É verdadeira;
- Revela o fruto do Espírito;
- É eficaz (supre a necessidade/ sara a ferida da alma/ quebra barreiras e conflitos internos);
- Alcança os sentimentos mais íntimos do homem;
- Ultrapassa a esfera da razão alcançando o emocional;
- Não necessita de forma alguma de um bom vocabulário;
- Não necessita que o seu portador tenha formação secular ou exerça cargos na Igreja;
- Conduz o ouvinte sempre para o Reino de Deus;
- Conduz o ouvinte a uma viva esperança;
- Conduz o ouvinte sempre para a vida (no sentido pleno - familiar, ministerial, social, profissional e espiritual);
- É fundamentada na Palavra de Deus e não em filosofias de homens, as quais tentam buscar apenas longevidade - mas não têm vida.

domingo, 1 de maio de 2011

A IMPORTÂNCIA DOS DONS ESPIRITUAIS

A IMPORTÂNCIA DOS DONS ESPIRITUAIS - Lição 5
comentário focado na revista
Objetivos:
Reconhecer a importância dos dons espirituais para a obra do Senhor;
Compreender que os dons espirituais e o fruto do Espírito devem caminhar juntos;  
Saber os propósitos dos dons espirituais;

INTRODUÇÃO
Ler e levantar expectativa sobre o que vai ser estudado
- O profeta Joel profetizou sobre o derramar do Espírito – Jl 2.28-32. – não dar detalhes.
- O apóstolo Paulo ensina e estabelece doutrina (Rm 12.3-8; I Co 12.7) ou a forma de como seria essa nova fase do Espírito Santo sobre os homens (I Co 12.1-31; 14. 1-40).
- Muitos desconhecem as doutrinas bíblicas sobre os dons.
- O desconhecimento sobre os dons causam prejuízos ao Reino de Deus.

I.    OS DONS ESPIRITUAIS
1.    O significado da palavra “dom” e o crescimento da Igreja.
Significado:
Dom. é um presente de Deus que não se recebe por merecimento, mas pela vontade soberana do Senhor.

Há três modalidades de dons:
Dons naturais: habilidades, aptidões e competências inatas;
Dons ministeriais: serviços – Ef 4.11, apóstolos, profetas, evangelista, doutores e mestres.
Dons espirituais: I Co 12.8-11, palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, fé, dons de curar, operação de milagres, profecia, discernimento de espíritos, variedade de línguas e interpretação de línguas.

Crescimento da Igreja. Os dons espirituais promovem o crescimento da Igreja mesmo em meio às perseguições  a exemplo da Igreja Primitiva - At 5.12-16.

2.    A concessão dos dons espirituais.
- Os dons espirituais encontram-se à disposição da Igreja – desde quando?
Ef. 4.8; 1.3.
- Não o recebemos como prêmio por algum serviço prestado na obra de Deus;
- Não o recebemos por méritos próprios;
- Não o recebemos por que temos algum cargo importante na Igreja;
- Recebemos pela vontade de Deus – I Co 12.7.

- Devem ser utilizados: edificação, exortação e consolação da Igreja.
- Para que esta desenvolva a sua missão – Mt 28.19,29; Mc 16. 17-20.
 
3.    A manifestação do dom. (espirituais)
- Os dons espirituais é a manifestação da Pessoa do Espírito Santo através e na vida do crente (I Co 12.7-11);
- É controle absoluto do Espírito Santo;

A manifestação dos dons não são:
- para deleites ou demonstração de superioridade espiritual;
- exaltação humana;

Propósitos:
- Fortalecimento, edificação e santificação do corpo de Cristo - a Igreja (I Co 12.7; 14.12; Ef 4.12).

II.    OS DONS DO ESPÍRITO SANTO E A ESPIRITUALIDADE
1.    A espiritualidade e os dons.
- O que é espiritualidade? Vida espiritual do crente.
- Podemos medir a espiritualidade de uma pessoa pelos dons que ela possui? Não.

- Por que não quer dizer que Deus aprova tudo o que ela faz ou ensina.

Exemplo, de Pedro. At 3.1-11.12 ...se nossa própria virtude ou santidade fizesse andar este homem. Logo, não é mérito do homem e sim de Deus.

Situação dos crentes de Corinto:
- possuíam todos os dons, mas eram “carnais” por quê? Havia (inveja, contendas, dissensões e andavam segundo os homens), ou seja, não tinham uma espiritualidade 100% aprovada por Deus.

E hoje como estamos?
- A nossa espiritualidade deve ser avaliada pelo fruto do Espírito Santo – Gl 5.22.

2.    Os dons espirituais sem o fruto do Espírito.
- Dons espirituais – está relacionado ao que fazemos pra Deus;

- O fruto do Espírito – está relacionado à obra que o Espírito Santo realiza em nosso interior, moldando o nosso caráter na Pessoa de Jesus Cristo e nos conformando às doutrinas bíblicas.

- Os dons espirituais sem o fruto do Espírito trás confusão aos membros da igreja.

- Ambos devem caminhar juntos para que a igreja cresça “saudável” – livre de heresias – mas, firmada na Palavra de Deus.

- Crente que os dons e frutos andam juntos: (Ef 4.12-16) caso contrário.
Reflete na igreja....
- Igreja onde os dons e frutos andam junto: (At 5.14); caso contrário.

- Ambos devem ser avaliados pelos fruto do Espírito e não pelas manifestações de dons ou milagres operados (Mt 7.22; Lc 6.44; I Tm 5.25)

3.    Imaturidade espiritual e os dons.
- Os dons espirituais é para trazer maturidade espiritual à Igreja de Cristo, afim de os seus servos não serem envolvidos por “ventos de doutrinas”, ou seja, falsas doutrinas.
- Ler e comentar rapidamente Ef. 4.12-14.

III.    OS PROPÓSITOS DOS DONS ESPIRITUAIS
Os dons são instrumentos exclusivos do Reino de Deus.

1.    Edificar a Igreja.
- É instruí-la na Palavra de Deus, promover o crescimento saudável e firmado na verdade, que é Cristo Jesus.
- O “tráfico ilícito” de dons espirituais:
* Marketing pessoal;
* Propaganda de placas de igrejas;
* Comércio da fé – 2Pe 2.3

- Devemos vigiar para não cair nos laços dos falsos mestres e nem buscar benefícios com os dons que Deus nos concedeu de graça – Mt 10.8.

2.    Promover a pregação do evangelho.
- Os dons tornam a pregação do Evangelho mais eficaz;
- Confirmam o poder de Deus que está sendo proclamado – Hb 2.3,4.

- Os dons para atrair multidões – cura – ao invés da pregação da Palavra de Deus como ela é.

- A pregação da proclamação do Evangelho é a ação final do crente que tem dons espirituais e o fruto do Espírito – Rm 1.16.

3.    O aperfeiçoamento dos santos (Ef 4.11,12).
- Qual objetivo do aperfeiçoamento?
* Cheguemos à unidade da fé;
* Pleno conhecimento do Filho de Deus;
* à perfeita varonil idade;
* à medida da estatura da plenitude de Cristo;
- Alcançando isso:
* Não seremos mais meninos na fé;
* Não seremos levados por ventos de doutrinas;
* Seguiremos a verdade em amor;
* Cresceremos em tudo em Cristo Jesus.

CONCLUSÃO
Nesta aula aprendemos o quanto é necessário os dons Espirituais para a Igreja de Cristo, pois sem os tais a Igreja não realiza a Grande Comissão eficazmente. Aprendemos ainda que os dons Espirituais já foram conquistados por Cristo na Cruz do Calvário – é só tomar possi – podemos todas as coisas em Cristo Jesus. Amém.

Bibliografia
Lição Bíblica - 2 trimestre 2011.
Bíblia de Estudo - SHEDD;
Bíblia de Estudo Pentecostal.