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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A CONVERSÃO DE PAULO

Subsídio - Lição 9

Para melhor entendimento sobre a vida do Apóstolo Paulo, segue o link com um resumo de sua biografia.

COMENTÁRIO

A CONVERSÃO DE PAULO - LIÇÃO 9
TEXTO ÁUREO
“Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome.” At 9.15,16.

Vaso. A expressão grega usada aqui, pode ser interpretada como “instrumento”. Neste sentido podemos observar a ação de Deus, escolhendo “vasos” (pessoas) para levá-los a executar seus serviços (2 Tm 2.20-21); capacitados para agirem em o Nome de Jesus (    1 Co 11.1); vazios de si mesmo e do poder do pecado, porém, cheios do Espírito Santo (17; Gl 2.20).

Padecer pelo meu nome. Paulo que presenciou a morte e o sofrimento de tantos cristãos, sem entender a loucura daquele suposto fanatismo, agora se torna o judeu, crente em Jesus Crsito, mais brilhante e dedicado da história da Igreja. Seu sofrimento será testemunho de amor ao Senhor e luta pela salvação da humanidade (Cl 1.24; 2Co 11.23). Falará aos reis gentios como  Agripa (26.1) e o “poderoso” César em Roma (25. 11-12; 28.19).

INTERAÇÃO
- Saulo tinha autorização para prender os cristãos;
- No caminho de Damasco Saulo tem um encontro com o Senhor Jesus ressurreto;
- A partir do encontro sua vida muda radicalmente; ele se prostra diante de quem perseguia;
- À semelhança de Saulo, todo joelho se dobrará diante do Senhor;
- Suas convicções religiosas são lançadas por terra;
- Saulo ficou cego fisicamente por três dias; mas, passou a enxergar o sobrenatural;
- Saulo passa três dias sentido os efeitos do poderoso encontro com o Senhor;
- Mais tarde o perseguidor é perseguido; passa a sofrer pela obra do Rei.

OBJETIVOS
Conhecer a respeito da formação cultural de Paulo;

Explicar Como se deu o encontro de Saulo com Jesus;
Compreender os propósitos da vocação de Paulo.

INTRODUÇÃO
Nesta aula falaremos se Paulo, um homem de Deus que é um exemplo de perseverança e de atitudes, pois, todas as nossas decisões para servir a Cristo, exigem de nós uma resposta concreta e muitas vezes esta resposta fica apenas no abstrato.
Aprenderemos com o Apóstolo Paulo o que é de fato ter atitudes para servir a Cristo.
Paulo. 1) Depois de Jesus, o mais importante personagem para a Igreja Cristã, 2) Escreveu quase a metade dos livros do N.T, 3) Foi pioneiro na Evangelização dos gentios, 4) São dedicados mais de 60% dos capítulos do livro de Atos, ou seja, dezessete dos vinte e oito capítulos, os quais incluem sua conversão e ministério (At 9; 13-28). Sabe-se mais sobre ele, do que aos demais apóstolos.

Aprendamos um pouco mais sobre este homem, afim de crescermos na graça e no conhecimento. 

I.    SAULO DE TARSO
Características da vida de Paulo
Paulo era um homem de três mundos: Judaico, helenístico e cristão.
- Naturalidade: Cidade grega de Tarso, a principal cidade da Cilícia (22.3);
- Era judeu, filho de judeus e criado em Jerusalém (22.3; Fp 3.5);
- Cidadão romano (22.25-28);
- Religião: Fariseu (23.6);
- Ofício: Fazedor de tendas (18.3);
- Foi aluno de Gamaliel (22.3);
- Guardava a Lei (26.5);
- Um encontro com Jesus mudou sua vida (9);
- Foi batizado (9.18);
- Suas últimas palavras (2 Tm 4.6-8).
Saulo era um homem extremamente religioso, e exímio conhecedor da Lei, contudo, desprovido de espiritualidade, a religiosidade de Saulo o havia segado, impedindo-o de ver os sinais realizados em nome de Jesus pelos simples apóstolos, além disso, o seu conhecimento e influência no Sinédrio não lhe comunicavam um relacionamento íntimo com Deus.

“Assim como Saulo existem muitos, dotados de conhecimento filosóficos e teológicos, contudo, não conhecem a simplicidade do Evangelho de Cristo Jesus”.  

1.    A formação cultural de Paulo
- Instruído na escola de Gamaliel (At 22.3);
- Pertencia ao partido religioso. Os Fariseus e Saduceus aparecem como partidos políticos na segunda metade do século II a.C.

- Mais conceituado do judaísmo – os fariseus, “separar”. Os fariseus era uma das principais seitas dos judeus, cujo principio fundamental era a separação dos elementos nãos judaicos, era o partido estritamente legal, ou seja, para eles a Lei era completa e final. Tornaram-se um partido popular entre os judeus, em virtude do seu zelo pela Lei e as traduções judaicas. Aceitavam a plena inspiração dos livros proféticos (do A.T), o cerne de sua mensagem profética era a esperança do Messias e a ressurreição dos mortos.

- Eximio conhecedor do A.Testamento (Rm 1.17), das tradições judaicas (At 28.17,18) e da língua hebraica (At 22.1,2);

- As evidencias indicam que Paulo cursou a universidade de Tarso. Não podemos afirmar com certeza que Paulo cursou a universidade de Tarso, pois não há evidências que Paulo tenha tido contato real com a filosofia e literatura grega, como também é improvável que fariseus como eram, tenham mandando seu filho estudar em uma escola pagã.

Contudo, Paulo era conhecedor do idioma grego. (grego coinê, Koiné. que quer dizer comum, era a língua franca ao redor do Mediterrâneo, era um grego simplificado, este é o grego do período do Novo Testamento (+/- 300 a.C a +/- 500 d.C), diferente do grego clássico que foi da época de Platão (700 a.C) e diferente do grego moderno).

- Tinha conhecimento de autores clássicos, Aratos (At 17.28), (um poeta grego, da região da Cilícia) e Epimênides (Tt 1.12), (poeta e filósofo grego, viveu nos meados de 600-500 a.C).

2.    Paulo, cidadão romano
Cidadão. Individuo no gozo dos direitos civis e políticos de um Estado.

Podemos concordar que de fato o apóstolo Paulo usufruiu dos direitos civis e políticos, enquanto cidadão judeu, romano e no sentido espiritual, os direitos de um cidadão do céu.

- Paulo, o romano - Era cidadão romano em virtude de haver nascido em Tarso, uma cidade grega dominada pelo o império romano;
- A nacionalidade romana poderia ser adquirida por três formas: Por nascimento (o caso de Paulo), por concessão imperial ou aquisição pecuniária (adquirida por dinheiro).

-Paulo, o judeu – Podemos considerar Paulo como cidadão judeu, em virtude de o mesmo ser um monoteísta inflexível (Gl 3.20; Rm 3.30), rejeitava severamente a religião pagã (Cl 2.8), a idolatria (1 Co 10.14,21) e a imoralidade (Rm 1.26 e ss). Reconhecia o Antigo Testamento como Sagrada Escritura (Rm 1.2; 4.3), a Palavra de Deus divinamente inspirada (2Tm 3.16). Para ele a Lei era completa e final, em outras palavras, para ele a Lei era tudo. Por esses motivos podemos considerar Paulo um cidadão judeu, pois, partilhava dos costumes daquele povo, foi esta cidadania que contribuiu para sua formação religiosa e piodosa.  

- Paulo, o celeste – Do ponto de vista espiritual, após sua conversão Paulo torna-se um cidadão do céu, ou seja, passa a desfrutar dos privilégios e a comportar-se não só como lei ordenava ; mas como Cristo ordenava. Fatores que o determinam como cidadão celeste:
1. Passou a proclamar a Cristo, que antes perseguia; 2) Estava convicto de sua chamada para o ministério do evangelismo aos gentios e 3) Pregou a justificação pela fé, em contraste absoluto com as obras da Lei.

“Esta ultima cidadania foi superior às duas anteriores; elas foram passageiras, esta ultima permanece para sempre”.

II.    A CONVERSÃO DE PAULO
Conversão. Mudança de forma ou de procedimento.
- A Conversão e Paulo narrada em três capítulos de Atos:
9.3-18;
22.6-21 e
26.12-18.

1.    O Encontro com Jesus
- O comentarista fez uma exposição das narrativas bíblicas,  que nos relata o evento ocorrido com Paulo, de um ponto de vista histórico.
Para agregar o seu argumento em sala de aula exporei um argumento mais teológico sobre este evento fenomenal. 
- O encontro com o Senhor Jesus ressurreto no caminho de Damasco, causou em Paulo uma inversão completa de opinião quase que instantaneamente, não sendo resultado de uma transformação gradual que pode ocorrer através de estudos, reflexões, debates ou discussões. Este encontro mudou seu ponto de vista com relação a: Jesus, os discípulos e a Lei.

- Conversão. Não é a melhor palavra para descrever a experiência de Paulo no caminho de damasco, visto que esse termo em nosso idioma carrega uma grande bagagem de transição completa de comportamentos. Além disso, Saulo não foi convertido da descrença à fé; do pecado à retidão; da falta de religião à religião; nem mesmo de uma religião a outra, pois considerava o cristianismo o verdadeiro judaísmo.
Ele foi convertido de um entendimento de justiça a outro – de sua própria justiça pelas obras à justiça de Deus pela fé (Rm 9.30 e ss.).

- A aparição de Jesus provou a Paulo que a proclamação cristã estava correta; que Jesus havia ressuscitado dentre os mortos; e que Ele, portanto, tinha de ser o Messias, e não só o Messias, mas também o Filho de Deus (At 9.20). Em todos os três relatos da conversão de Paulo, o Jesus glorificado identificou-se como os cristãos: “Eu sou Jesus a quem tu persegues” (At 9.5). Isto demonstrou que a igreja que Saulo estava perseguindo, era de fato o povo do Messias. Mas, se um povo que não observava a Lei como os fariseus, era descrito como o povo do Messias, então a Salvação não poderia ser encontrada por intermédio da Lei; ela teria que ser uma dádiva do Messias. Logo, se a salvação Messiânica havia sido outorgada aos judeus à parte da Lei, então a salvação teria que ser universal em seu objetivo final, e ser uma dádiva de Deus a todos os homens. Podemos ver aqui a lógica interna que está por trás da chamada de Paulo para ser apóstolos aos gentios, que lhe chegou por intermédio de Jesus ressurreto.

- Paulo chegou à conclusão que Jesus era de fato o Messias, era algo demasiadamente revolucionário para a avaliação de Saulo em relação a todo significado da Lei, pois foi o zelo extremo pela Lei que o fez odiar os cristãos e o seu Messias. Sabemos que Jesus foi crucificado por judeus devotos, que acreditavam estar defendendo a Lei de Deus, da mesmo forma Paulo acreditava estar executando a justiça de Deus quando perseguia os cristãos.

- Se o esforço de Paulo para estabelecer a justiça por meio da Lei o havia cegado para a verdadeira justiça de Deus no Messias (Rm 10.3), então a Lei não poderia ser um caminho de justiça absoluto, como o achavam os fariseus. Foi essa certeza que trouxe Paulo a convicção de que Cristo era o fim da Lei, como o caminho para a justiça (Rm 10.4). Assim toda a essência da Teologia Paulina – Jesus como o Messias, o Evangelho  para os gentios, a justiça pela fé e não pelas obras da Lei – está contida em sua experiência no caminho de Damasco. 

2.    Ananias visita a Paulo
- Ananias. Um judeu cristão que cuidadosamente guardava a lei e era respeitado pela comunidade judaica.

- A visita de Ananias a Paulo, derruba por terra toda a especulação sobre o fato ocorrido com Paulo no caminho de Damasco, “muitos tentam explicar o fenômeno como um ataque epilético em virtude de uma ruptura de intenso conflito interior que Saulo experimentou como judeu, este conflito segundo alguns estudiosos, se deu em virtude de ele ser extremamente zeloso pela Lei e no seu sub-liminar (subconsciente) sabia que os cristãos estavam certos e que esta ruptura se deu exatamente no caminho de Damasco, fazendo com que tudo que ele viu não passou de uma fantasia de sua própria consciência ”

- Mas, graças a Deus que o mesmo Deus que chama também se responsabiliza para completar a obra que inicia (Rm 8.30), pois a visita de Ananias a Paulo mostra que de fato foi o Senhor quem apareceu a ele no caminho de Damasco e o chamou para a sua obra, e Ananias confirma este chamado sem que estivesse presente com Paulo no caminho de Damasco, portanto, não temos dúvidas na narrativa bíblica.

- Perseguidor.... vaso escolhido. Aqui vimos que Deus chama e vocaciona seus filhos para uma obra específica, assim como Ele chamou Paulo para um obra especifica também tem nos chamado para uma obra especifica, “não adianta querer fazer na casa de Deus o que não fomos chamados para fazer”.   

3.    Saulo, de perseguidor a perseguido
- Paulo inicia sua trajetória como pregador do Evangelho de Cristo.
- Congrega-se com irmãos em Damasco (At 9.19);
- Após adquirir confiança dos discípulos, passa a testemunhar de Cristo;
- Os judeus pertubaram-se com sua conversão. Os judeus temiam que Paulo estivesse fingindo de cristão para se infiltrar na igreja.
- Muitos judeus e até mesmo os discípulos tiveram dificuldades de entender o discurso de Paulo, em virtude de o mesmo expor o real significado da Lei, pois havia recebido de Deus uma revelação superior aos da sua época, ele entendeu que Cristo é o resultado final da Lei, ou seja, Cristo era o mistério de Deus intrico na Lei de Moisés.
- Paulo interpreta e propaga o evangelho de Cristo de uma forma que fosse compatível com o mundo greco-romano, é ele quem deflagra uma interpretação de uma salvação Messiânica além das fronteiras judaicas, devemos considerar ainda que Paulo é a pessoa quem melhor interpreta o significado da pessoa e o trabalho de Jesus no Novo Testamento. Portanto, os motivos que o levaram a ser perseguido é que ele consegue contextualizar o evangelho de Cristo aos contextos culturais que o mesmo vivia, ou seja, aos judeus, aos gregos e aos cristãos.

- E sua interpretação da Lei, agora ligada à pessoa de Cristo causou um impacto aos que não receberam uma revelação espiritual sobre a pessoa de Jesus, são esses um dos motivos que causaram sua perseguição.

III.    PROPÓSITOS DA VOCAÇÃO DE PAULO
Da mesma forma que Deus escolheu Paulo para um propósito especifico, Ele também chamou e escolheu você e eu, para fazermos algo de muito valor na sua obra.

Da mesma forma que Ele chamou a Paulo e este deu muito frutos; Ele também nos chamou que demos frutos e que o nosso fruto permaneça.
Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que, tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai, ele vo-lo conceda”. Jo 15.16.

Abaixo destacaremos alguns desses propósitos, o certo é que não há conversão sem propósito para Deus.

O primeiro propósito foi Conhecer a vontade de Deus. Para que os outros propósitos fossem revelados, era necessário ele conhecer qual era a vontade de Deus para com, Israel, a Igreja e o mundo, assim ele estaria apto para desenvolver os demais e estar dentro da vontade de Deus.
O servo de Deus que conhece qual é a vontade de Deus para sua vida – tem visão de Reino, foi exatamente isso que ocorreu com Paulo, era um servo de Deus que de fato tinha visão do Reino de Deus. Que venhamos aprender com Paulo e crescer um pouco mais sobre os mistérios espirituais.

- Em At. 22.14 temos três alvos que o cristão deve buscar atingir: 1) Conhecer a vontade de Deus – na Palavra; 2) Ver o justo – andar olhando para Cristo ressurreto (Hb 12.2); 3) Ouvir Sua voz (cf Jo 10.3-5) e segui-la.

- Pelo que, não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor. Ef 5.17.

O segundo propósito é Tornar-se ministro e testemunha de Jesus. At.26.16.
Ministro. Servo, auxiliar, pessoa designada para exercer um ministério.
Testemunha. Dar testemunho de, testificar de.

Paulo foi uma testemunha que viveu um fato importante em toda história da Humanidade, ele não propagou algo que ele ouviu falar, ou que viu acontecer com alguém. Ele foi a testemunha que viveu o fato.

É esse tipo de testemunha que o Senhor Jesus quer que sejamos – testemunhas capazes de dar a própria vida para defender uma verdade experimentada. Foi por esta verdade que Estevão deu a sua vida, ele viveu, experimentou um encontro real com Cristo, note que estas testemunhas que estamos falando, não viram um acontecimento – eles viveram o acontecimento.

- Quando a testemunha vivencia um fato ele defende o que experimentou com todas as suas forças e entendimento, foi o que o Apostolo Paulo fez, defendeu o evangelho de Cristo aonde chegava. E nós temos defendido o evangelho de Cristo, aonde chegamos quando necessário, no nosso contexto social, perante os nossos lideres no meio secular? O nome do Senhor Jesus é superior a qualquer tipo de filosofia e conhecimento, só Ele é O caminho e só Ele é A verdade.

 O terceiro propósito é Sofre a favor de Cristo e do Evangelho. Ao ver a vida de Paulo e a forma como proclamava a Cristo, podemos até nos perguntar – Será que Cristo se revelou mais para ele do que para nós? Mas, logo nos vem a resposta, o Senhor é o mesmo, O Espirito Santo também é o mesmo. Logo, entendemos que não, pois a diferença é a proporcionalidade que chegamos até Deus. Sabemos que os triunfos que Paulo viveu podem ser vivenciados por nós também, logicamente isso exige um preço a pagar, consequentimente trará lutas, perseguições e provações em todas as áreas de nossas vida, e se inicia dentro da nossa casa, da igreja, em fim de onde menos esperamos.
Assim com a vida de Paulo podemos aprender uma lição muito importante – quanto eu quero ser usado por Deus? E quanto eu estou disposto a pagar por isso?
Quando respondermos estas duas perguntas com determinação e veracidade no coração, teremos de Deus a recompensa, e todo sofrimento que passarmos será redundado em glória e em unção sobre nossas vidas.

Vamos pagar o preço! Deus te abençoe.

CONCLUSÃO
Aprendemos muito sobre a vida social de Paulo, sobre suas origens, contudo aprendemos muitos mais sobre a sua cidadania celeste, que possamos colocar em prática e defender ainda mais este cidadania para a qual um dia fomos chamados, não para sermos mais e sim para fazermos a diferença onde estivermos, faça a diferença você também.

Bibliografia
Bíblia de estudo SHEDD.
Novo Testamento. King James, Edição de Estudo.
RICHARDS, O. Lawrence. Comentário Hitórico - Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro. CPAD, 2007.
LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo. Hagnos, 1ª Ed. 2003, Reimpressão Revisada 2009. 
VINE. W.E., UNGER. Merril F., JR, William White. Dicionário Vine. Rio de Janeiro. CPAD,  2006, 6ª Ed.  




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