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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O PECADO DE DAVI E SUAS CONSEQUÊNCIAS

INTRODUÇÃO
Nesta lição aprenderemos lições fantásticas, em vários aspectos de nossa vida, iremos falar de pecados cometidos por um homem que foi chamado e foi segundo o coração de Deus, aprenderemos também que a Palavra de Deus não faz acepção de pessoas, pois não omitiu da humanidade esta atrocidade cometida por um homem outrora carismático, temente a Deus, conquistador, adorador, cheio do Espírito de Deus. É de nos assustar, como isso ocorre? É o que veremos mais adiante. Contudo, aprenderemos duas lições “pós-queda” de Davi: Verdadeiro arrependimento e as conseqüências do pecado.
“Quanto maior a minha intimidade com Deus; maior é o meu sofrimento espiritual pós-pecado”.

I. DAVI E A TENTAÇÃO ANTES DO PECADO
O pecado tem algo em comum com o ladrão, ambos são oportunistas. Existe um velho provérbio “quem faz o crime é a oportunidade” logo, se não houver oportunidade para o ladrão atuar não haverá crime.
Ao observarmos os momentos antes de Davi pecar, concluímos que houve pelo menos seis oportunidades para a concepção de tal pecado:
1. Davi estava no palácio e não lutando, o que seria o certo;
2. Davi estava ocioso;
3. A posição que ele ocupava (poder de influência);
4.uma mulher tomando banho;
5. formosa (o homem se atrai mais pela que vê);
6. O seu esposo estava na guerra.
Contra tais instrumentos utilizados para originar a tentação e em seguida a concepção do pecado, a Palavra de Deus nos adverte várias vezes, afim de que este não gere a morte.
“Abstende-vos de toda a aparência do mal” 1 Ts 5.22.

1. A realidade da tentação
Tentar: Procurar corromper a fé, a fidelidade;
Tentação: Indução para o mal por sugestões do diabo, do mundo ou da carne;
Tentador: Que solicita para o mal (o diabo) (1 Ts 3.5). Deus a ninguém tenta (Tg 1.13).
Obs: a tentação nos induz para o pecado; a provação para fortalecimento da fé. Logo, Satanás nos tenta e Deus nos prova (1 Pe 1.7).

Três aspectos da tentação: sua possibilidade, origem e sultileza.

a) A possibilidade da tentação. O segundo capítulo de Gênesis relata a queda do homem e fornece informações acerca de seu primeiro lar, sua inteligencia, seu serviço no Éden, as duas árvores e o primeiro matrimônio. As duas árvores do destino – a árvore do conhecimento do bem e do mal e a árvore da vida – são mencionados de forma especial.
Observamos a árvore proibida, porque foi colocada ali? Para prover um teste pelo qual o homem pudesse, amorosa e livremente, escolher a servir a Deus e, dessa maneira, desenvolver seu caráter.
Portanto, a possibilidade da tentação é real a partir do surgimento de um objeto proibido, como aconteceu com Adão e Eva, aconteceu com Davi, ele tinha em sua frente um objeto proibido (Bate-Seba). Mas, assim como Adão e Eva não fez a escolha correta, como a Palavra de Deus nos ordena em várias passagens (Dt 30.15), “Busque o bem, não o mal, para que tenham vida” (Am 5.14,), contudo, o homem sem livre-arbítrio não passaria de uma máquina.

b) A origem da tentação. “Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais selvagens que o Senhor Deus tinha feito” (Gn 3.1). Logo, a serpente foi o agente utilizado por Satanás, o qual já havia sido lançado para fora do céu (Ez 28.13-17;Is 14,12-15), assim Satanás trabalha por meio de agentes para concretizar seus desígnios, é através desses agentes que Satanás comunica-se com o homem, que por sua vez possui órgãos sensórias responsáveis por estabelecer a relação com o meio em que vive, são eles: olho, ouvido, paladar, olfato e tato. São por essas “janelas” que a tentação chega até nós.
Assim, o agente utilizado por Satanás para tentar Davi foi Bate-Seba, que teve sua sensualidade percebida através dos olhos (de Davi). Já vimos que o tentador é o Diabo, logo, a origem da tentação é no reino das trevas, que, ao encontrar esses órgãos despercebidos tem o poder de entrar no coração do homem e dá a luz ao pecado.

c) A sutileza da tentação. Agora chegamos na essência da tentação, é o momento crucial, é aqui que ela se concretiza e tem vitória sobre nós. Continuemos a fazer um paralelo entre Adão e Davi – A sutileza é mencionada como característica distintiva da serpente (cf. Mt 10.16). Com grande astucia, ela oferece sugestões que, ao serem aceitas, abrem caminho a desejos e atos pecaminosos. Ela começa falando com a mulher, o vazo mais fragil, alem disso não ouvira diretamente a proibição divina (Gn 2.16,17). A serpente espera até que Eva esteja só. Observe a astúcia em sua aproximação. Ela distorce as Palavras de Deus (Gn 3.1 e 2.16,17) e depois finge surpresa por esta distorção, assim ela, astutamente, semeia duvidas e suspeitas do coração da ingênua mulher e, ao mesmo tempo, insinua que está bem qualificada para ser juiz quanto à justiça de tal proibição.

Por meio da pergunta no versículo 1, lança três duvidas a respeito de Deus:
1.Dúvida sobre a bondade de Deus. Ela diz, com efeito: “Foi isso mesmo que Deus disse: 'Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim'?”.

2.Dúvida sobre a retidão de Deus: “Certamente não morrerão!”(Gn 3.4). Isto é, “isso não foi exatamente o que Deus disse”.

3.Dúvida sobre a santidade de Deus. No versículo 5, a serpente diz, efetivamente: “Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal” (Gn 3.5).

Bom, vimos no início os órgãos sensoriais pelos quais nos relacionamos com o meio em que vivemos, sabemos, que tudo quanto captamos nos causam efeitos, seja para o bem ou para o mal, o certo é que satanás usa esta oportunidade para tentar convencer o homem que aquilo que é proibido é agradável, assim como dialogou com Eva, ele fez com Davi e faz conosco. Neste momento está instalada a luta entre a carne e o espírito, a batalha espiritual.

Eu considero este momento crítico na vida do crente, pois, é o momento que ele está em cima do muro e pode dar a volta por cima não cedendo a tentação.
Uma vez cedido ao apelo de Satanás, há uma seqüência de acontecimentos pecaminosos, note que Eva deu a fruta para Adão, Davi olha => cobiça => adultera => planeja um homicídio.
Outro detalhe importante da tentação é que ela consegue mover todo nosso ser, a ponto de sermos totalmente dominados por ela, ora, se pecamos. Logo, o nosso corpo foi movido para o pecado, pela tentação que teve sua origem nas trevas.

Algumas referências sobre esses momentos de luta contra a carne os quais servem para crescermos a fim de vencer esse inimigo terrível.
Tg. 1.14; 1 Jo 2.16,17; Rm 8.5-7. etc.

Um antídoto que dar certo, é quando eu condiciono minha consciência na certeza que após a muralha da tentação, o Espirito Santo está me esperando com um pouco mais de unção, fruto do Espírito, Dons Espirituais, bençãos sem medidas e força para continuar até a vinda de Cristo. Glória Deus!
II. DAVI E O SEU PECADO
Pecado:
Erra o alvo.
Reúne as seguintes idéias: 1. Erra o alvo, como um arqueiro que atira, mas, erra; do mesmo modo o pecador erra o alvo final da vida.
2. Errar o caminho, como um viajante que se desvia do caminho certo.
3. Estar em falta ao ser pesado na balança de Deus.

Em Gn 4.7. Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás. Onde a palavra é mencionada a primeira vez, o pecado é personalizado como uma besta feroz pronta para lançar-se sobre quem lhe der oportunidade.

Na primeira parte desse estudo vimos sobre a tentação, que antecede ao pecado, agora vamos falar do “pecado consumado”, ou seja, do pecado propriamente dito. Antes de discorrer sobre o tema, é importante sabermos que todos os homens trazem consigo a possibilidade de pecar; mas, não traz a obrigatoriedade de pecar, portanto o pecado pode ser resistido (Tg 4.7). Paulo escreveu “...o pecado habita em mim. Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” Rm 7.17,24. Surge então o nosso Senhor Jesus Cristo para nos regenerar, purificar de todo pecado e transformar essa natureza caída em seu templo.
Face o descrito acima, o pecado é uma realidade da natureza caída do homem, contudo, temos um advogado que nos defende a todo o momento, e um Deus poderoso para trocar nossas vestes, assim como fez com o sacerdote Josué na quarta visão de Zacarias. Zc 3.4.
1. O pecado de Davi no seu contexto histórico-cultural:
Personagens envolvidos nesse evento particular de Davi.
Urias, um herói com grande valor moral, é traído e morto como um cão;
Bate-Seba, uma mulher infiel e ambiciosa que recebe um galardão real, de ser esposa do rei;
Davi, um rei que se desmorona pela imoralidade, traição e covardia;
Joabe, um general inescrupuloso, que compactua com propostas infames e, assassina seu amigo e companheiro de armas.

A bíblia nos fala que esse episódio ocorreu após um ano, no tempo em que os reis costumavam sair para a guerra. Ver 1Rs 20.22,26. No Oriente Próximo, a primavera era um tempo propicio para as campanhas militares, visto que as chuvas de inverno haviam cessado e a colheita que exigia mão-de-obra intensiva não havia começado. Envio então Davi o seu exército a Rabá dos filhos de Amom, que ficava aproximadamente 39 Km a leste do rio Jordão, em frente de Jericó. Nos tempos do N.T era chamada de Filadélfia, e atualmente é Amã, na Jordânia.
Porém, o luxo de Davi que o fez permanecer no palácio real, contrastando com Joabe e seus homens, onde numa tarde viu numa casa vizinha uma linda mulher tomando banho, em seguida mandou chamá-la e cometeu adultério com ela.

A Lei de Deus Não matarás, não adulterarás, não cobiçarás a mulher teu próximo (Dt 20.13,14,17) e “Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera”(Lv 20.10), no tempo de Davi em relação aos pecados por ele cometidos acarretava algum tipo de punição, o certo é que Davi não as sofreu como era previsto – Morte física.

Surge então a pergunta:
Porque ele não as sofreu?
1. Talvez porque seria rei e o seu tratamento deveria ser diferente dos demais do povo.
2. Deus usou um paliativo não lhe tirando a vida.
3. É provável que esta resposta esteja no Cap. 7, que é o clímax dos livros de Samuel, é nesse ponto que Deus firma sua aliança com Davi, aonde o mesmo profeta “Nata”, vai até Davi e lhe profere as promessas de Deus para sua vida e descendência (7. 8-17), é aqui que Deus cumpre a promessa feita aos seus antepassados, Deus promete que seu reino permaneceria para sempre, fazendo um alusão ao Messias. A Palavra de Deus nos fala “Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento”. Rm 11.29, ainda que Davi por um momento foi infiel; Deus permaneceu fiel (2 Tm 2.13).

Tudo nos leva a crer que ele não sofreu a pena prevista, não por ele ser rei ou era bom. Foi pelas promessas que haviam sobre a sua vida.

Davi, ao tomar conhecimento da gravidez de Bate-Seba, preocupa-se, pois ele bem sabia a sentença na Lei de Moisés para mulher adúltera – morte por apedrejamento - ( Jo 8.5). Por este prisma, sugere-se que Davi queria poupar a vida de Bete-Seba, manda chamar Urias e tenta o persuadir para que vá para casa descansar e ficar com a sua esposa, mas Urias não se acha digno de tal descanso, assim como Davi não se achou digno de tomar a água trazida pelos seus soldados na caverna de Adulão. Davi então tenta embriagá-lo, mas ainda assim ele não atende a falsa bondade de Davi. Então o rei encolerizado com a fidelidade de Urias, faz a maior atrocidade de sua vida, no melhor memento do seu reino, planeja a morte desse combatente.
2. O pecado de Davi é descoberto.
11.27 Passado o luto. O período costumeiro para o luto era, provavelmente de sete dias (Gn 50.10; 1 Sm 31.13). Os lideres nacionais as vezes eram pranteados por períodos maiores (Nm 20.29; Gn 50.3). Passado esses dias Davi manda chamar Bate-Seba, que se tornou sua mulher, após um período de mais ou menos 10meses, “um mês para descobrir que estava grávida (ciclo menstrual) e mais nove meses (considerando uma gravidez normal)”, o pecado é descoberto.
Havia quase um ano que esse mal estava encoberto, mas, conforme está escrito em Nm 32.23, um dia o pecado será revelado e então o pecador será colocado frente a frente com o próprio pecado. Foi o que aconteceu com Davi, que havia quebrado pelo menos quatro dos Dez Mandamentos (Ex 20.2-17; Dt 5.6-21), a saber: assassinato, adultério, mentira e cobiça da mulher do próximo e pensava ter encoberto o tal. A Bíblia tem exemplos de homens e mulheres que pecaram e não assumiram de imediato a responsabilidade, o primeiro foi Adão e Eva (jogou a culpa para Eva, Gn 3.12), Ananias e Safira (reteram parte da herdade, At 5.3).

Natã “Dádiva”. Um profeta enviado por Deus para revelar o pecado de Davi (1-7). Após ouvir a parábola que retratara os seus atos pecaminosos, Davi se enfurece com o homem rico e logo propõe uma sentença de morte e pela cordeirinha deverá ser restituído quatro vezes mais. Davi então demonstra boas intenções (2 Sm 12.5.6), foi o que fez também Zaquel, o publicano (Lc 19.8).

Características de quem insiste em esconder o pecado cometido:
- Demonstra justiça;
- Falsa santidade perante os outros;
- Exige dos outros o que ele mesmo não faz ou não vive;
- Requer compromisso;
- Exige dedicação. De repente a surpresa, Natã revela que tal homem era o próprio Davi e lista os seus pecados como ato de justiça de Deus, declarando também a sentença para casa de Davi (12.10). Davi de fato merecia a morte, conforme ele mesmo falou, mas veremos em seguida que a angustia de espírito que ele passou foi pior do que a morte.
III. CONSEQUENCIAS DO PECADO
Data do evento e idade de Davi aproximadamente: Davi estava com 45 a 48 anos de idade quando cometeu esse pecado, considerando que ele começou a reinar com a idade de 30anos (2 Sm 5.4) no ano 1010 a.C e o fato aconteceu aproximadamente 995 a.C.
O pecado de Davi é o divisor de águas no seu reinado de sucesso, é a separação dos seus triunfos e suas dificuldades. Davi por alguns minutos esqueceu-se do seu passado de glória; maculando-o. Esqueceu-se da aliança que o Senhor fizera com ele (7. 8-17); ofuscou o brilho da sua carreira. Esta queda de Davi veio exatamente no período de suas maiores conquistas (2 Sm caps 8-12), por tanto, Davi estava em um condição muito confortável em todas as áreas de sua vida, mas, a Palavra de Deus nos recomenda “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia” 1 Co 10.12.
Davi então recebe a sentença dos seus pecados, 12.10 Não se apartará a espada jamais da tua casa. Quanto Davi não sofreu por causa do seu pecado!Morre a ciança (18); Tamar é violentada (13.10-17); morre Amnom (13.23-29); revolta-se Absalão (15.1-14); morre Absalão (18.14-15); morre Adonias (1Rs 2.25).

Segue-se as conseqüências do pecado:
12.1 Natã “Dádiva”. Um profeta de Deus colocado na corte de Davi (7.3) e na de Salomão (1 Rs 1.11,34).Lista dos acontecimento pós – pecado de Davi:
1) Deus lhe enviou Natã (“Dádiva”), para revelar o seu pecado (1-7);
2) Morte da criança (18), para lhe mostrar o salário do pecado (Rm 6.23);
3) Incesto, dos seus filhos, Tamar e Amnom (13.1-23), para lhe lembrar a podridão moral que ele mesmo semeou (11.4);
4) Morte de Amnom (13.28-29), para lhe lembrar a morte de Urias (9; 11.15);
5) Usurpação do trono por seu filho Absalão (15.1-18), para lhe lembrar que usurpou o lugar de Urias (11.3);
6) Vergonha e afronta quando Absalão coabita com suas concubinas (16.21-22), para lembrar o que ele fez à mulher de Urias (11.2-4);
7) Morte traiçoeira de Absalão (18.12-15), para lhe lembrar a traição na morte de Urias (9;11.14-17);
8) Praga (24.10-17), para lembrar-lhe do seu orgulho e torná-lo humilde. Estas são algumas das conseqüências do pecado de Davi.

Paulo diz “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” Rm 8.28.

Como vimos, as conseqüências do pecado é algo sem precedentes, e o tempo de duração dessas conseqüências não podem ser medidos, só Deus sabe o seu fim. Note que: para o pecado ocorrer pode ser marcado no tempo, ou seja, dia,mês e ano, isso é o tempo “chronos” porém suas conseqüências ocorrem no tempo de Deus “kairos”, é um tempo que não temos controle. Logo, podemos impedir que o pecado ocorra; mas suas conseqüências não podemos impedir, pois elas ocorrem no mundo sobre natural, pertencem a Deus.
No caso de Davi, um homem que havia experimentado do Espírito Santo de Deus, agora encontrava-se no fundo do poço, quando ouve o profeta “cai em si”, se arrepende amargamente e suplica a Deus que não retire o seu Espírito de sua vida e teme ser expulso da presença de Deus (Sm 51). Até nesse momento aprendemos com Davi, pois de fato ele se arrependeu e alcançou misericórdia. Uma coisa que é reprovável se deu antes da visita do profeta, é o fato dele não ter confessado antes do profeta er ter com ele, notemos que o pecado ficou oculto por quase um ano.

CONCLUSÃO
Quando uma pessoa está na ociosidade e deixa que os outros façam as sua obrigações (1), passando o seu tempo a dormir e a passear (2), começa a ver coisas que não devem ser vistas (2), a cobiçar coisas proibidas (2; Ex 20.17) e a cometer atos condenados por Deus (4; Ex 20.14), que a partir dessa aula possamos ser mais vigilantes. O cargo que ocupamos na igreja não é sinônimo de intimidade com Deus e imunização a queda, todos de igual modo estamos sujeitos a tropeçar, mas se isso acontecer temos um advogado em nosso favor (1 Jo 2.1).
Bibliografia:
GONÇALVES, José; MOISÉS, César; BENTO, Esdras; COELHO, Alexandre. Davi, As vitorias e as derrotas de um homem de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 1ª Ed. 2009.
ALMEIDA, João Ferreira. Bíblia Sagrada: Shedd. Revista e Atualizada. São Paulo, SP: Vida Nova, 2ª Ed. 1997.
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BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. São Paulo, SP: Vida, 29ª Ed. 2000.
ELLISEN, Stanley. Conheça Melhor o Antigo Testamento. São Paulo, SP: Vida, 2007.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo, SP: Vida, 2006.
JOSEFO, Flávio, História dos Hebreus. Rio de Janeiro, RJ: CPAD, 11ª Ed. 2007.
Por. Dc. Alan Fabiano.

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