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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A EXPANSÃO DO REINO DAVÍDICO

INTRODUÇÃO
Nesta fase da vida de Davi, aprendemos algo muito útil para nossa vida cristã, nele vemos a prática da frase “regra de fé e prática”, pois é exatamente isso o que Deus representa para Davi, de fato, Deus era para Davi sua regra de fé e prática.
Mesmo em meio as adversidades, Davi mostra para os seus contemporâneos que ele era mesmo um exemplo de homem dependente de Deus, exemplo este, que se perpetua na história da humanidade até os nossos dias.

Segue informações sobre os lugares e palavras chaves da lição:
JERUSALÉM, hb. Habitação de Paz: Cidade do sul da Palestina, capital de Israel e Judá, e, em tempos mais recentes, capital da Palestina. Desde 1948 dividida entre Árabes (a parte da cidade antiga) e a republica de Israel (a parte nova). É mencionada pela primeira vez nas escrituras em Js 10.1, também chamada por estes nomes: Jebus, Jz 19.10; Sião, Sl 87.2; Lareira de Deus, hb. Ariel, Is 29.1; Cidade de Justiça, Is 1.26; Santa Cidade, Is 48.2, Mt 4.5; 27.53; a cidade do grande Rei, Mt 5.35; a cidade de Davi, 2Sm 5.7. Jerusalém é a cidade principal da Palestina, a cidade santa dos cristãos, dos judeus e dos maometanos. Qual é o segredo da sua grandeza? Não tinha um porto marítimo, como Alexandria e Roma, nem estava situada num rio, como Mênfins e Babilônia, e nem tinha uma rota comercial entre o mar Mediterrâneo e o vale do Jordão. Contudo, enquanto Roma era o centro político, e Atenas o centro intelectual, Jerusalém era o centro espiritual do mundo, a cidade da maior influência sobre a esperança e o destino do gênero humano. Era a cidade escolhida do único e verdadeiro Deus, o centro dos seus cultos, leis e revelação, com a missão de proclamá-lo em todo mundo. Tem uma altitude de 800 metros acima do nível do mar, assim a vista está dominada em todas as partes, exceto as partes que dá para o deserto e os montes de Moabe.A cidade circundada na maior parte de profundas ravinas, era uma fortaleza natural, ao mesmo tempo, dificilmente podia abastecer-se de água um grande exercito que a cercasse 2 Cr 32.4,5,30. Nos grandes cercos, quando os sitiados sofriam grande fome, não consta que eles sofriam se sede. As fontes de água eram suplementadas por cisternas.Grandes reservatórios recolhiam as águas das chuvas, além disso aquedutos subterrâneos traziam águas de grandes distancias. Mencionam-se os canais subterrâneo, 2 Sm5.8; o aqueduto de Ezequiel (2 Rs20.20); o aqueduto do açude superior (Is 7.3). Havia, também, o açude do rei Salomão, Ne2.14; Ec 2.6; o tanque de Betesda, Jo 5.2; o tanque de Siloé (Jo 9.7). Sob a liderança de Josué as tropas Israelenses enfrentaram e venceram o rei de Jerusalém, Adoni-Zedeque (Js 10.1-27), após a “conquista” foi concedida como herança aos descendentes da tribo de Benjamim, mas, não conseguiram expulsar por completo os jebuseus (Jz 1.21), vindo estes depois, lograr êxito, recuperaram sua independência como cidade cananita (Jz 19.11.12).

O exército de Davi expulsou os jebuseus, subindo pelo aqueduto (canal subterrâneo), pois, Jerusalém era uma cidade fortificada e os jebuseus acreditavam que jamais seriam ultrajados por qualquer exercito inimigo, inclusive puseram pessoas com “deficiências físicas” sobre os muros da cidade, como desprezo com o exercito de Davi, afirmando que só essas pessoas eram suficientes para derrotá-los (2 Sm 5.6), mas o exercito de Davi subiu por este canal até chegar aonde os moradores alcançavam a água, assim conseguiram entrar na cidade (2 Sm 5.8; 1 Cr 11.6).

SINOPSE HISTÓRICA DE JERUSALÉM
Às vezes ficamos a pensar o porque de tantas lutas políticas e militares para entre os reinos antigos para conquistarem Jerusalém, o que este lugar tem de tão especial? A partir de agora faremos uma viagem no tempo e concluiremos que este lugar tem um valor muito grande no mundo sobrenatural.
Há provas do próprio sítio da cidade de Jerusalém estar habitada, muitos séculos antes de Davi, por grande número de homens pré-históricos. A tradição de que Jerusalém era a cidade de Salem, do reino de Melquisedeque (Gn 14.18), parece confirmada em Sl 76.2. O primeiro registro certo da cidade de Jerusalém, aparece nas inscrinçoes cuneiformes, descobertos em Tell-Amarna (Alto Egito). No tempo desse registro, o nome da cidade era Urusalém e seu Abd Khiba. No tempo da conquista de Canaã, por Josué, o rei de Jerusalém era Adoni-Zedeque, (Js 10.3). Davi, cerca de 1000 a.C., tomou a cidade e depois de ter reinado 7anos em Hebrom, reinou lá 33 anos (2 Sm 5.5; 1 Rs 2.11), fez de Jerusalém a capital do seu reino e o centro religioso do país. Salomão alargou os muros da cidade e construiu o templo com grande magnificência. Edificou também um palácio real. Roboão, seu filho continuou a reina em Jerusalém sobre as duas tribos, depois do reino dividido. No quinto ano do seu reinado foi tomado por Sisaque, rei do Egito (1 Rs 14.25). No reinado de Jeorão, foi tomada novamente pelos filisteus e arábios (2 Cr 21.16). No tempo do rei Amazias, o rei de Israel Jeoás, rompeu uma grande parte do muro, e levou muito despojo, (2 Cr 25.23). Rezim, rei da Síria, e Peca, rei de Israel, fracassaram na tentativa de tomar Jerusalém, no reinado de Acaz (2 Rs 16.5). Semelhantemente, fracassou a tentativa de Senaqueribe, no reinado de Ezequias (2 Rs caps.18 e 19). Os pecados de Manasses foram a causa da sua prisão e da sua deportação para Babilônia (2 Cr 33.9). Josias, neto de Manassés, realizou em Jerusalém uma grande reforma moral e religiosa (2 Cr 34.3). No reino de Joaquim, a cidade foi cercada tomada por Nabucodonozor em 587 a.C (2 Rs 25.9, 13-17), que deportou para a Babilônia a maior parte do povo (2 Rs 24.12-16). No nono ano do reinado de Zedequias, a cidade foi sitiada, ele foi preso, seus olhos vazados e ele levado à Babilônia. Todas as casas foram queimadas, inclusive o templo (2 Rs 25). No tempo de Ciro, como se acha marcado em Esdras, o povo voltou do cativeiro e reedificou o templo. As muralhas foram levantadas por Neemias (Ne 3). Alexandre Magno visitou a cidade quando Jadua (Ne 12.11,22) exercia o sumo-sacerdócio. Ptolomeu Soter, tomou a cidade pelo ano 320 a.C. Antíoco o Grande conquistou-a em 203 a.C. Scopas, o general alexandrino, retomou-a em 199 a.C. Foi tomada e o templo profanado, por Antíoco Epifanes (Dn 11.31). Foi reconquistada por Judas Macabeu, em 165 a.C. Pompeu apoderou-se dela em 65 a.C. Foi saqueada pelos partos em 40 a.C. Herodes Magno retomou-a em 37 a.C, em 19 a.C, iniciou a terceira reconstrução, chamada de Templo de Herodes. No ano 70 A.D, o exército romano, de 100.000 homens comandados por Tito, depois de um cerco de cinco meses, tomou e incendiou a cidade, removendo as pedras dos alicerces para colher o ouro derretido que se infiltrara nas junções.O comandante romano deixou apenas um resto da muralha, como símbolo do aniquilamento de Israel, conhecido hoje como o “Muro das Lamentações”, mais de um milhão de judeus morreram naquela época. Os Judeus sob Bar Coceba, retomaram a cidade em 131 A.D. O imperador romano Adriano, conquistou-a e devastou-a em 132 A.D. Cosróes II, rei da Pérsia, conquistou-a e saqueou-a em 614 A.D. Heráclio retomou-a em 628 A.D. Omar, sucessor de Maomé, ocupou-a em 637 A.D. Revolucionários mussumanos conquistaram-na em 842. Os edifícios dos cristãos foram destruídos em 937. A dinastia fatimita ocupou-a em 969. Calif Hakim destruiu-a em 1010. Os turcos seljuk ocuparam-na em 1075. Afdul a sitiou e a conquistou em 1096. Godofredo, chefe da primeira cruzada, sitiou-a, conquistou-a e massacrou os habitantes, em 1099. Saladino chefe da terceira cruzada, ocupou-a em 1187. Os muros foram destruídos em 1219. O Emir de kerak conquistou-a em 1229. Entregou-se a Frederico II, na sexta cruzada, em 1239. Os kharesmians conquistaram-na e os árabes saquearam-na em 1240. Foi ocupada pelos turcos em 1547. Ibrahim Pachá, do Egito, ocupou-a em 1831. Os turcos bombardearam-na em 1835, foi ocupada novamente pelos turcos em 1841. General Allenby libertou-a em 1917. Em 14 de maio 1948, renasceu a nação de Israel com sua capital em Tel Aviv.
Hoje uma mesquita mulçumana ocupa o local do templo. Sob a plataforma da mesquita é possível ver os arcos que a suportam, eles são conhecidos como “estribarias de Salomão”, é possível ver também a eira de Araúna, a rocha de Moriá, que fica no interior do Domo da Rocha.
“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. O sermão profético continua: a volta do Filho do homem” Lc 21.24.

No curso da história, Jerusalém foi destruída duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes, e capturada e recapturada 44 vezes.

Se você conseguiu ler o panorama da História de Jerusalém, por certo terá uma visão mais espiritual sobre esta cidade. Porque tantas nações lutariam para possuí-la? Podemos imaginar uma série de vantagens visíveis que poderiam ser o motivo de tantas batalhas e mortes, quem sabe pela, altitude, posição geográfica ou porque faz parte de uma Hitória bíblica. Mas não isso.., o motivo é o valor espiritual.

Alguns Fatos históricos-espirituais ocorridos em Jerusalém
1. Jerusalém é a cidade de Davi, onde ele governou como rei durante 33 anos sobre todo o Israel e Judá (2 Sm 5.5).
2. Jerusalém está situada no centro da terra não apenas geograficamente, mas também tem importância central quanto ao Plano de Salvação (Ez 5.5).
3. O Senhor habitará em Jerusalém (Zc 8.3).
4. Conforme as palavras de Jesus, Jerusalém é a cidade do Grande Rei (Mt 5.35).
5. Só existe uma cidade no mundo pela qual Jesus chorou: Jerusalém (Lc 19.41ss).
6. Em Jerusalém ocorreu o maior acontecimento de todos os tempos: ali Deus reconciliou o mundo consigo mesmo por intermédio de Jesus Cristo (2 Co 5.19; Hb 13.12).
7. Foi lá onde Cristo foi cruscificado, seputado de onde ressucitou;
8. Do Monte das Oliveiras em Jerusalém Jesus Cristo subiu ao céu (At 1.9-12).
9. Em Jerusalém aconteceu o primeiro Pentecoste e foi ali que os discípulos ficaram cheios do Espírito Santo (At 2).
10. Em Jerusalém surgiu a igreja primitiva, quando cerca de 3000 pessoas se converteram. Ali foi fundada a base da Igreja de Jesus (At 2.41-47).
11. A partir de Jerusalém o Evangelho foi espalhado por todo o mundo (At 1.8).
12. Exclusivamente a cidade de Jerusalém é comparada a Jerusalém celestial (Gl 4.26; Hb 12.22; Ap 21.2).
13. Em Jerusalém aparecerão as duas testemunhas no tempo da Grande Tribulação e testemunharão durante 1260 dias. No fim desse tempo elas serão mortas pela besta, ressuscitarão depois de três dias e meio, e de Jerusalém subirão ao céu (Ap 11.3-13).
14. No fim do tempo do anticristo todas as nações da terra se ajuntarão para lutar contra Jerusalém (Zc 12.2; 14.2).
15. Jesus Cristo voltará sobre Jerusalém para salvar o Seu povo, e todo o remanescente de Israel se converterá ao Senhor (Zc 14.4ss).
16. A seguir, Jesus Cristo estabelecerá o Seu reino de paz em Jerusalém e será Rei sobre toda a terra (Is 2.2-4; Zc 14.9).
17. Então, sob o abençoado domínio de Jesus Cristo, Jerusalém será uma cidade donde correrão águas vivas (Zc 14.8).
18. Depois do Milênio, Satanás tentará mais uma vez conquistar e destruir Jerusalém, seduzindo os povos para lutarem contra Jerusalém. Fogo do céu consumirá essas nações, e o diabo será lançado no lago que arde com fogo e enxofre (Ap 20.7-10).
Agora sabemos o valor dessa cidade no mundo espiritual.

JEBUSEUS, hb. Habitantes de Jebus: Os jebuseus eram uma das sete nações que habitavam Canaã, antes da conquista pelos israelitas, Gn 10.16; 15.21; Ex 3.8; Dt 7.1.

Jebus, hb. Lugar que é pisado: O nome de Jerusalém, quando ainda no poder dos jebuseus, Js 18.28. Uma cidade da herança de Benjamim, Jz 19.10.

Filístia: Um país a beira do mar Mediterrâneo, de 80km de comprimento e 25km de largura, que estendia de Jope até o sul de Gaza. Chamava-se também, a Terra dos filisteus, Gn 21.32,34; as regiões dos filisteus, Js 13.2, suas cidades principais eram: Gaza, Asdode, Ascalom, Gate e Ecrom.

Filisteus: O povo incircunciso, que migrara da Caftor, isto é, a ilha de Creta (Am 9.7), habitantes da Filístia. Eram descendentes de Cão, Gn 10.14. Adoravam dois deuses dos babilônicos: Dagom e Astarote, 1 Sm 5.2; 31.10. Dominavam as técnicas para construção de ferramentas metálicas (I Sm 13.19), oprimiram os israelitas por quarenta anos (Jz 13.1). Depois foram derrotados pelos israelitas durante o reinado de Saul (I Sm 14. 1-17), mataram Saul e Jônatas (I Sm 31), depois foram derrotados por Davi (I Cr 14. 10,11).

JUDÁ , a maior tribo de Israel, da qual veio Davi e o Senhor Jesus Cristo segundo a carne.
UNÇÃO DE DAVI: O rei Davi foi ungido três vezes:
1. quando chamado para ser rei (1 Sm 16);
2. Quando tornou-se rei de Judá (2 Sm 2);
3. Na ocasião em que todas as tribos foram a Hebrom e o consagraram rei sobre todo o Israel (2 Sm 5).
Concretizando portanto, o ministério MONÁRQUICO-TEOCRÁTICO, conforme vontade de Deus.

UNÇÃO RECONHECIDA: Notemos que a concretização do reinado de Davi foi gradativo, cada degrau a ser conquistado era posterior a uma batalha, porém, sem esmorecer Davi firma sua visão no alvo.
Concomitantemente a unção que estava sobre ele era reconhecida por todos ao seu redor (2 Sm 2.4; 3.8-10; 5.1-2), em resposta a este reconheimento Davi se portava como um homem aprovado por Deus.
Podemos aplicar isso em nossa vida cristã com muita propriedade, pois há também uma unção sobre nossa vida, isso é muito interessante, pois tal unção é visível, as pessoas que estão ao nosso lado nos falam... olha vc tem dom pra isso....., vc tem facilidade para desenvolver tal obra, e assim por diante. Meu querido irmão, nós não precisamos fazer propaganda daquilo que está sobre nós e nem tão pouco fazer aquilo que não nos compete fazer na obra de Deus.
A unção que está sobre a sua vida é especial, valorize-a, não a troque por nada do mundo, ela é um bem espiritual que não tem preço material - foi conquistada na cruz (Ef 1.3), assim como fez Davi, deixe a Glória de Deus se manifestar na sua vida naturalmente, seja você mesmo, não tente imitar fulano, ciclano ou beltrano, Deus vai te usar naquilo que você foi chamado. Abrace a causa, vale a pena.
"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor" 1 Co 15.58 .
CONCLUSAO
Nesta lição vimos que Davi foi um homem que muitos lideres gostariam de ser, contudo, não conseguem, pois lhes falta o Espirito de Deus. Por outro lado, nós os servos de Deus, podemos ser imitadores de Davi, mas Davi é uma sobra do nosso maior Mestre, Ele mesmo falou que nós faríamos obras maiores que as dEle, isso não é maravilhoso?, que apartir do estudo dessa lição possamos expandir as nossas possis espirituais, crescer na graça e no conheimento do Senhor, ser de fato empreendedores do Reino de Deus, sermos pessoas que buscam o conhecimento para propagação do Reino do Senhor Jesus.
"Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" Fp 3.13.14.
Bibliografia
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ALMEIDA, João Ferreira. Bíblia Sagrada: Shedd. Revista e Atualizada. São Paulo: Vida Nova, 2ª Ed. 1997.
BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. São Paulo: Vida, 29ª Ed. 2000.
Novo Testamento, King James, Edição de Estudo. São Caetano do Sul, SP: Abaa Press, 1ª Ed. 2007.
GOWER, Ralph. Usos e Costumes dos Tempos Bíblicos, CPAD.
ELLISEN, Stanley. Conheça Melhor o Antigo Testamento. São Paulo, SP: Vida, 2007.
MONEY, Netta Kemp. Geografia Histórica do Mundo Bíblico. São Paulo, SP: Vida, 15ª Ed. 2006.

por Alan Fabiano.

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