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sábado, 25 de julho de 2009

LIÇÃO 4 - JESUS, O REDENTOR E PERDOADOR

LIÇÃO 4 - JESUS, O REDENTOR E PERDOADOR

INTRODUÇÃO

Com a realidade do pecado o homem perdeu a comunhão com o seu Criador, daí em diante foi-se necessário providenciar algo que resgatasse essa comunhão que fora perdida. Deus então passou a revelar ao homem o Plano da Salvação, então Ele instituiu a expiação dos pecados através de sangue de animais inocentes com o objetivo de resgatar a natureza santa que habitava no homem.
Porem foi através de Cristo que este Plano ficou claro ao homem, pois foi feito um sacrifício uma única vez (hb 10.14), o suficiente para aperfeiçoar todos quantos o aceitem (Rm 3.23.24). Logo veremos nesta lição que Jesus é de fato o Cristo de Deus, que tira o pecado do mundo.

I. A REALIDADE DO PECADO
Muitas são as filosofias e doutrinas humanas que professam não existir o pecado ou ate mesmo inimizá-lo, contudo o pecado é um fenômeno que está com o homem aonde ele estiver e enquanto vida ele estiver, pois é intrínseco à natureza caída do homem, segue algumas filosofias:
Ateísmo => Nega a existência de Deus, logo nega a existência do pecado, pois se todo pecado é cometido contra Deus, e se Deus não existe não há pecado.

Determinismo => Afirma ser o livre-arbítrio uma ilusão, o homem é escravo das circunstancias, das quais não pode se esquivar, entretanto não pode decidir entre o certo e o errado.

Hedonismo => Palavra grega que significa “prazer” – Esta é a mais perigosa e sutil que as demais pois expõe o pecado como algo que precisa ser vivido intensamente, é dessa tese que surge as frases como “O que é natural é belo e o que é belo é correto”, Liberte suas inibições; porque reprimi-las é prejudicial à saúde”. Estas são frases que estamos acostumados a ouvir na mídia, em programas “educativos”.

Mas a palavra de Deus nos revela que o pecado é real (Rm 5.12), devemos não pecar (I Jo 2.1) e lembrar sempre que o Santo não se mistura com o profano, portanto não existe meio termo (I Jo 2.16) e contra ele devemos lutar (Gl 5.17).

1. A responsabilidade humanacomo cristão para com Deus.
Somos dotados de livre- arbítrio para tomar decisões no nosso dia-a-dia, na vida cristã não é diferente temos que tomar decisões constantemente, e estas podem ou não agradar a Deus. Conforme a Palavra de Deus temos muitos responsabilidades como servos dEle, as quais dependem do nosso querer, ou seja, do nosso livre-arbítrio, quais sejam:
· Carregar a nossa cruz todos os dias – Mt 16.24;
· Deixar todo embaraço e pecado que nos rodeiam – Hb 12.1;
· Não voltar a trás – Lc 9.62;
· Buscar a perfeição – Ef 4.13;
· Ser imitadores de Deus como filhos amados – Ef 5.1.
Portanto “ Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo” II Co 10.5.

2. O ideal cristão (2.1)
Uma vez aceitado o sacrifico de Cristo no calvário, o homem muda completamente sua maneira de viver, com isso deve ter novos objetivos, novos idéias para sua vida diária, sabendo que “Um pensamento gera uma atitude, uma atitude gera um hábito e um hábito gera um estilo de vida”. Baseado neste simples mecanismo o homem pode fazer um alto analise e perceber em qual estagio está os seus ideais para o crescimento do Reino de Deus.
João mostra-nos um desses ideais:
Não pequeis – I Jo 2.1, mas para isso é preciso o cristão seguir e viver alguns passos:
· Levar cativo a Cristo todo nosso pensamento – II Co 10.5;
· Viver em obediência à Palavra de Deus – Jo 14. 23;
· Andar no Espírito para não atender a carne – Gl 5.16;
· Está em constante santificação pela Palavra de Deus – Ef 5.26.
Sabendo que a falta desse ideal na vida do cristão pode levá-lo a degradação espiritual, “Por causa disto, há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem”. I Co 11.30.

3. E se pecarmos?
Sabemos que estamos passivos de pecar uma vez que, estamos vestidos de uma natureza pecaminosa, portanto o pecado habita em nós (Rm 7.20), mas deve está mortificado pela presença do Espírito Santo (Rm 8.13).
Podemos, conforme a Palavra de Deus ver a trajetória do pecado na vida do cristão:
Quando este não vigia – Mt 26. 41;
Quando não se submete a Deus – Tg 4.7;
Quando não resiste às pressões de Satanás – Tg 4.7;
Quando não anda no Espírito – Gl 5.16;
Quando atraído e engodado em suas próprias paixões – Tg 1.14.
Quando o cristão deixa de orar – Mt 26.41.
Temos a possibilidade de cometer o pecado mas sempre nos vem o escape – I Co 10.13
I. O PERDÃO AO NOSSO ALCANCE
No Antigo Testamento havia três classes de mediadores entre Deus e os homens, a saber – O profeta, o sacerdote e o rei. Cristo como mediador perfeito (I Tm 2.5), reúne em si mesmo os três ofícios:
Jesus é o Cristo – Profeta, que ilumina as nações – Is 42.1;
O Cristo – Sacerdote, que se ofereceu como sacrifício pelas nações – Hb 8.3; e
O Cristo – Rei, que reina sobre as nações – Hb 7. 1-3.
Neste tópico falaremos do Cristo – Sacerdote.

1. “Temos um advogado” (2.1).
Advogado => Alguém chamado para defender um acusado.
Sabemos que o cristão deve agir assim “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-as”.
Ef 5.11.
Mas se pecarmos, temos um Mediador (I Tm 2.5) , um Intercessor (Rm 8.34), e um Advogado (I Jo 2.1) ao lado do Pai defendendo nossa causa.
Cristo morreu por nós, ressuscitou por nós, ascendeu por nós e intercede por nós.
Como Mediador Ele obtém acesso à presença de Deus para nós; como Intercessor, Ele apresenta nossas petições perante Deus; como Advogado, Ele defende – nos das acusações de Satanás (Ap 12.10) na questão do pecado.
Estas são umas das obras que Cristo opera por nós até a sua vinda (Mt 28.20).
Ninguém tem autoridade para nos acusar (Rm 8.33).
Entretanto para o verdadeiro cristão, uma habitual de pecado não é admissível (I Jo 3.6).

2. Porque Jesus pode perdoar
Jesus é a única Pessoa que pode perdoar pecado, vejamos alguns fatores que a Palavra de Deus nos mostra:
Ele é a semente da mulher – Gn 3.15;
Ele levou sobre si os nossos pecados – Is 53.4-5;
Ele pagou a nossa dívida – Cl 2.14;
Ele é o Sumo Sacerdote Eterno – Hb 8.3
Ele é o Cordeiro de Deus – Jo 1.29;
Ele nos reconciliou com o Pai – II Co 5.18;
E pelo seu sangue somos livres da ira futura – I Tss 1.10;
Ele nos abriu um vivo e novo caminho – Hb 10.20.
Todo pecado exige uma resposta punitiva por si só, mas graças a Deus que nos amou de uma maneira imensurável, e nos enviou o seu Filho (Jo 3.16).

Depois dessas afirmações meu querido irmão se Cristo não te condenar ninguém, ninguém o pode fazer.
“ ...vai e não pequeis mais” Jo 8.10.11



Bibliografia
Bíblia de Estudo – Pentecostal;
Mundo Bíblico – Versão 1.0;
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Myer Pearlman;
Dicionario da Biblia de Almeida - Edição 2001
Roteiro de estudo – Prof. Alan Fabiano.

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